<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"><channel><title>Educa&#231;&#227;o para a Paz's RSS feed</title><link>http://redesocial.unifreire.org/educacao-para-a-paz</link><description>Educa&#231;&#227;o para a Paz's content published at Rede Social Unifreire</description><item><title>Mesa-redonda discute a Educa&#231;&#227;o para a Paz nas m&#237;dias. </title><description>&lt;p&gt;&lt;span class="small"&gt;&lt;strong&gt;Do s&#237;tio: &lt;a href="http://www.uepg.br"&gt;www.uepg.br&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class="small"&gt;&lt;strong&gt;26/08/2011 - 15h17&lt;/strong&gt;&lt;em&gt; / Atualizada 26/08/2011 - 15h28&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h1 class="noticia"&gt;Mesa Redonda da Paz discutiu a participa&#231;&#227;o da m&#237;dia&lt;/h1&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="small"&gt;&lt;em&gt;por Carlos Alberto Mayer&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div class=" Indent1 JustifyCenter"&gt;&lt;img src="http://portal.uepg.br/_post/image/Paz%202.bmp" height="244" alt="" width="364" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="JustifyFull Indent1"&gt;O N&#250;cleo de Educa&#231;&#227;o para a Paz (NEP), da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), em parceria com o Servi&#231;o Social do Com&#233;rcio (SESC/PG), realizou na ultima quarta-feira (24) a Mesa Redonda "Educa&#231;&#227;o para a Paz e a m&#237;dia: aproximando rela&#231;&#245;es&#8221;. Estiveram presentes diversos jornalistas e comunicadores representando os ve&#237;culos de Comunica&#231;&#227;o Social da cidade. Na ocasi&#227;o a rep&#243;rter Talita Moretto, coordenadora do projeto &#8216;Vamos Ler&#8217;, do Jornal da Manh&#227; de Ponta Grossa, fez um relato sobre a metodologia empregada nas a&#231;&#245;es desenvolvidas por aquele peri&#243;dico no campo da Educa&#231;&#227;o.&lt;/div&gt;
&lt;div class="JustifyFull Indent1"&gt;Para o professor Ney Alberto Salles Filho, coordenador do projeto &#8216;Educa&#231;&#227;o para a Paz&#8217;, o trabalho, baseado nos princ&#237;pios da Educomunica&#231;&#227;o, &#233; uma refer&#234;ncia s&#243;lida no estado do Paran&#225;. Na sequ&#234;ncia o representante da R&#225;dio Sant&#180;Ana, Edinei Correia de Oliveira, comentou sobre a disposi&#231;&#227;o e o perfil cat&#243;lico da emissora, para a contribui&#231;&#227;o do movimento da Cultura da Paz e no fomento das a&#231;&#245;es da Educa&#231;&#227;o para a Paz. Houve tamb&#233;m a participa&#231;&#227;o muito positiva de Jair Marques, produtor da Rede Paranaense de Comunica&#231;&#227;o (RPC), em Ponta Grossa. A RPC iniciou em 2011 a campanha "Paz sem voz &#233; medo", que visa mobilizar a popula&#231;&#227;o do Paran&#225; para o desenvolvimento de a&#231;&#245;es voltadas &#224; cultura da paz.&lt;/div&gt;
&lt;div class="JustifyFull Indent1"&gt;Al&#233;m disso, Jair comentou sobre a import&#226;ncia dos profissionais trabalharem para fazer com que a m&#237;dia seja mais comprometida e de como as a&#231;&#245;es do movimento "Paz sem voz &#233; medo" est&#227;o sendo pensadas. O movimento ainda ser&#225; realizado em 2011 e 2012. Al&#233;m dos profissionais da m&#237;dia, participaram da Mesa Redonda educadores, assistentes sociais, psic&#243;logos, al&#233;m de acad&#234;micos de cursos de licenciaturas e demais convidados. O trabalho da mesa foi acompanhado atentamente pelo p&#250;blico que se manifestou no sentido de questionar e buscar dirimir suas d&#250;vidas em rela&#231;&#227;o &#224; forma pela qual a viol&#234;ncia &#233; tratada pelos meios de comunica&#231;&#227;o.&lt;/div&gt;
&lt;div class="JustifyFull Indent1"&gt;O professor Nei fez quest&#227;o de falar sobre a import&#226;ncia do entendimento conceitual da Educa&#231;&#227;o para a paz, do conhecimento sobre o processo de media&#231;&#227;o de conflitos, das pr&#225;ticas de preven&#231;&#227;o das viol&#234;ncias e import&#226;ncia da qualidade do clima escolar como elementos a ser explorados e informados adequadamente pelos meios de comunica&#231;&#227;o. Para o coordenador &#8220;s&#227;o necess&#225;rios mais debates como este, para aproximar mais o olhar pedag&#243;gico das quest&#245;es da m&#237;dia e buscar a amplia&#231;&#227;o de olhares e perspectivas sobre a reflex&#227;o coerente sobre Cultura de Paz&#8221;. O evento foi mais uma das atividades preparat&#243;rias para a realiza&#231;&#227;o da &#8216;Semana da Paz&#8217;, que ser&#225; desenvolvida no final do m&#234;s de setembro em Ponta Grossa e que entre outras atividades promove a palestra que ser&#225; proferida pela professora N&#225;dia B&#225;due Freire, coordenadora do&#160;Grupo de Estudos Educa&#231;&#227;o para a Paz e Toler&#226;ncia (Geepaz) da Faculdade de Educa&#231;&#227;o (FE) da Unicamp. Mais informa&#231;&#245;es pelo &lt;a href="http://www.uepg.br/nep"&gt;www.uepg.br/nep&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;</description><pubDate>Mon, 29 Aug 2011 10:25:38 -0300</pubDate><link>http://redesocial.unifreire.org/educacao-para-a-paz/blog/mesa-redonda-discute-a-educacao-para-a-paz-nas-midias.</link><guid>http://redesocial.unifreire.org/educacao-para-a-paz/blog/mesa-redonda-discute-a-educacao-para-a-paz-nas-midias.</guid></item><item><title>Comiss&#227;o do Futuro da Ci&#234;ncia e Tecnologia - N&#250;cleo de Educa&#231;&#227;o para a Paz</title><description>&lt;p&gt;O N&#250;cleo de Educa&#231;&#227;o para a Paz agora est&#225; com o GRUPO na COMISS&#195;O FUTURO DA CI&#202;NCIA E TECNOLOGIA&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Do sitio oficial:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"A Comissao do Futuro da Ciencia Brasileira (CFCB) foi criada pelo Minist&#233;rio da Ci&#234;ncia e Tecnologia como um org&#227;o consultivo cuja&#160;miss&#227;o central &#233;&#160;tra&#231;ar um diagn&#243;stico do estado atual da pesquisa cientifica no pa&#237;s e oferecer sugest&#245;es e propostas &#160;visando ampliar&#160;o papel que a ciencia&#160;brasileira ter&#225; no desenvolvimento economico e social do Brasil.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como forma de democratizar os trabalhos da CFCB, esta rede foi criada para que toda a sociedade brasileira possa participar das delibera&#231;&#245;es da comiss&#227;o, oferecendo sugest&#245;es, propostas e descric&#245;es dos problemas enfrentados por estudantes e pesquisadores por todo o pa&#237;s.&#160;"&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O endere&#231;o de nosso grupo na Comiss&#227;o Futuro &#233;:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;a href="http://comfuturobr.org/group/pedagogiadapaz"&gt;http://comfuturobr.org/group/pedagogiadapaz&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Mon, 29 Aug 2011 10:21:51 -0300</pubDate><link>http://redesocial.unifreire.org/educacao-para-a-paz/blog/comissao-do-futuro-da-ciencia-e-tecnologia-nucleo-de-educacao-para-a-paz</link><guid>http://redesocial.unifreire.org/educacao-para-a-paz/blog/comissao-do-futuro-da-ciencia-e-tecnologia-nucleo-de-educacao-para-a-paz</guid></item><item><title>&#201; poss&#237;vel (sobre)viver no mundo digital?</title><description>&lt;p&gt;Come&#231;o minha segunda-feira com uma tarefa bastante estranha para mim, vinda l&#225; do mundo das id&#233;ias bobas, onde n&#227;o se sabe muito bem a raz&#227;o pela qual milhares de pessoas se interessam por uma tela/teclado/mem&#243;ria, placa m&#227;e&amp;#8230; S&#233;rio. &#201; uma tarefa complicada pois sempre adorei estar em contato com as pessoas que gosto, pegar, olhar, essas coisas. Mas c&#225; estou eu, inscrita numa disciplina cujo nome &#233; Educa&#231;&#227;o e Tecnologias Contempor&#226;neas. Ai ai ai; um susto grande&amp;#8230; por isso a minha pergunta: &#233; poss&#237;vel sobreviver no mundo digital, &lt;span class="caps"&gt;SEM&lt;/span&gt; ter esse dom, essa habilidade, esse poder&amp;#8230;? Olhem para mim!!! Percebem um certo desespero&amp;#8230;.? &#201; assim que me sinto perante um mund&#227;o onde tudo tem um bot&#227;o que aperta, que l&#234; seus pensamentos, adiciona links, aplicativos e sei l&#225; mais o qu&#234;!  Bom, a ang&#250;stia foi lan&#231;ada&amp;#8230; Como &lt;span class="caps"&gt;SOBREVIVER&lt;/span&gt; a esta selva digital???&lt;/p&gt;


	&lt;p&gt;Diante m&#227;o, imploro: N&#195;O &lt;span class="caps"&gt;ME COMAM&lt;/span&gt;!&lt;/p&gt;


	&lt;p&gt;&amp;amp;amp;quot;)&lt;/p&gt;</description><pubDate>Wed, 24 Aug 2011 09:27:34 -0300</pubDate><link>http://redesocial.unifreire.org/educacao-para-a-paz/blog/e-possivel-sobreviver-no-mundo-digital</link><guid>http://redesocial.unifreire.org/educacao-para-a-paz/blog/e-possivel-sobreviver-no-mundo-digital</guid></item><item><title>sonho de poeta "talking screenshot" </title><description>&lt;p&gt;aqui a "captura de tela falante" : sonho de poeta&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;" my talking screenshot "&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;tadeu filippini&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&#160;&lt;/p&gt;
&lt;h1 style="padding-bottom: 8px;"&gt;&lt;span title="sonho de poeta" style="vertical-align: top;"&gt;sonho de poeta &lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;
&lt;p&gt;&lt;span title="sonho de poeta" style="vertical-align: top;"&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=z4m-U0zzeo8" target="_blank"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=z4m-U0zzeo8&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&#160;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span title="sonho de poeta" style="vertical-align: top;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Fri, 12 Aug 2011 09:25:20 -0300</pubDate><link>http://redesocial.unifreire.org/educacao-para-a-paz/blog/sonho-de-poeta-talking-screenshot</link><guid>http://redesocial.unifreire.org/educacao-para-a-paz/blog/sonho-de-poeta-talking-screenshot</guid></item><item><title>LinuxMint 11 </title><description>&lt;p&gt;um v&#237;deo que publiquei no youtube faz um pouco de tempo ( l&#225; indica &lt;span class="watch-video-date"&gt;18/06/2011 ) . o linux mint 11 katya parece ser muito bom .&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class="watch-video-date"&gt;tadeu filippini&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=lZVIsUbVvJY" target="_blank"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=lZVIsUbVvJY&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;LinuxMint 11&lt;/p&gt;
&lt;h1&gt;&lt;span title="LinuxMint 11"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;</description><pubDate>Fri, 12 Aug 2011 02:36:50 -0300</pubDate><link>http://redesocial.unifreire.org/educacao-para-a-paz/blog/linuxmint-11</link><guid>http://redesocial.unifreire.org/educacao-para-a-paz/blog/linuxmint-11</guid></item><item><title>Algumas quest&#245;es contextuais da Educa&#231;&#227;o para a Paz</title><description>&lt;p&gt;Nos &amp;uacute;ltimos anos, particularmente neste in&amp;iacute;cio de s&amp;eacute;culo XXI, &amp;eacute; grande o debate sobre a paz como valor a ser agregado na vida. A tarefa hoje &amp;eacute; buscar um n&amp;uacute;cleo de id&amp;eacute;ias mais claras sobre a quest&amp;atilde;o que todos reconhecem como fundamental, mas, ao mesmo tempo, dif&amp;iacute;cil de ser mapeada enquanto possibilidade pedag&amp;oacute;gica para o cotidiano escolar. Perguntamos: como a Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o em geral pode incorporar uma Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o para a Paz (EP)? Quais os elementos constitutivos dessa EP? &amp;Eacute; poss&amp;iacute;vel realmente educar para a paz? Sonho, utopia, realidade ou necessidade concreta?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se partirmos das quest&amp;otilde;es expressas pelo Centro Internacional de Investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o e Informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o para a Paz - CIIIP (2002), segundo as quais, desde os anos 80, na Am&amp;eacute;rica Latina, cresce o quadro da viol&amp;ecirc;ncia organizada, reaparecem doen&amp;ccedil;as infecto-contagiosas, aumenta o uso de drogas, cresce a explora&amp;ccedil;&amp;atilde;o de crian&amp;ccedil;as e menores, dissemina-se discrimina&amp;ccedil;&amp;atilde;o racial e de g&amp;ecirc;nero e se evidencia a desintegra&amp;ccedil;&amp;atilde;o social, percebemos que existem situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es concretas que inserem o Brasil neste cen&amp;aacute;rio de viol&amp;ecirc;ncias.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo o CIIIP na Am&amp;eacute;rica Latina &amp;eacute; grave a viol&amp;ecirc;ncia estrutural, n&amp;atilde;o como fruto de viol&amp;ecirc;ncias de indiv&amp;iacute;duos concretos, mas resultado de um sistema social que oferece oportunidades desiguais. Ainda, para o CIIIP, essa desigualdade pode conduzir pessoas e pa&amp;iacute;ses &amp;agrave; "desintegra&amp;ccedil;&amp;atilde;o social, diminuir as formas de a&amp;ccedil;&amp;atilde;o solid&amp;aacute;rias e cooperativas, aumentar a desconfian&amp;ccedil;a m&amp;uacute;tua e dificultar os processos de governabilidade e os acordos pol&amp;iacute;ticos" (2002, p.104).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Acreditando que pensar, discutir e estruturar a&amp;ccedil;&amp;otilde;es da EP &amp;eacute; realidade necess&amp;aacute;ria, devemos estar atentos para o alerta de Guimar&amp;atilde;es&lt;a href="/myprofile/educacao-para-a-paz/cms/new?parent_id=18898&amp;amp;amp;type=TinyMceArticle#_ftn1" name="_ftnref1"&gt;[1]&lt;/a&gt; quando diz que diz o estudo da paz, apesar de oferecer espa&amp;ccedil;o para argumenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o positiva, deve interpretar "os sentidos e significados que se nos oferecem, de modo a melhor circunscrever a tem&amp;aacute;tica da paz e n&amp;atilde;o viol&amp;ecirc;ncia e da educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o para a paz" (2005, p.28). Mesmo assim, h&amp;aacute; certo ceticismo de muitos professores em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao tema, justamente pela n&amp;atilde;o discuss&amp;atilde;o cr&amp;iacute;tica sobre a pr&amp;oacute;pria paz, com os limites e possibilidades que oferecem na vida em sociedade e nas escolas. Ainda Guimar&amp;atilde;es diz que a EP, pela sua trajet&amp;oacute;ria nas ultimas d&amp;eacute;cadas, especialmente na constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um conjunto te&amp;oacute;rico e metodol&amp;oacute;gico e o afastamento da id&amp;eacute;ia de modismo, "necessita ser estudada, conhecida, debatida, para que as propostas de educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o para a paz, em terras brasileiras, ganhem f&amp;ocirc;lego e sustenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o" (2005, p.320).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;(fragmentos do arquivo)&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="/myprofile/educacao-para-a-paz/cms/new?parent_id=18898&amp;amp;amp;type=TinyMceArticle#_ftnref1" name="_ftn1"&gt;[1]&lt;/a&gt; Vale ressaltar o trabalho do Prof. Dr. Marcelo Rezende Guimar&amp;atilde;es como coordenador da ONG Educadores para a Paz (Porto Alegre). Seu livro &lt;em&gt;Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o para a Paz: sentidos e dilemas&lt;/em&gt; &amp;eacute; fundamental para quem pretende conhecer mais os fundamentos da EP.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Fri, 24 Jul 2009 20:01:49 -0300</pubDate><link>http://redesocial.unifreire.org/educacao-para-a-paz/blog/algumas-questoes-contextuais-da-educacao-para-a-paz</link><guid>http://redesocial.unifreire.org/educacao-para-a-paz/blog/algumas-questoes-contextuais-da-educacao-para-a-paz</guid></item><item><title>Paulo Freire e Educa&#231;&#227;o para a Paz: rela&#231;&#227;o umbilical</title><description>&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Pensando na possibilidade da EP que aproxime mundo acad&amp;ecirc;mico do saber-fazer escolar, mediado na forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o continuada de professores, temos a contribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o fundamental de Paulo Freire, apresentada por Ana Maria Freire:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&amp;nbsp;[...] para Paulo a Paz n&amp;atilde;o &amp;eacute; um dado dado, um fato intrinsecamente humano comum a todos os povos, de quaisquer culturas. Precisamos desde a mais tenra idade formar as crian&amp;ccedil;as na "Cultura da Paz", que necessita desvelar e n&amp;atilde;o esconder, com criticidade &amp;eacute;tica, as pr&amp;aacute;ticas sociais injustas, incentivando a colabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a toler&amp;acirc;ncia com o diferente, o esp&amp;iacute;rito de justi&amp;ccedil;a e da solidariedade. (2006, p.391)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Compartilhando dessa afirma&amp;ccedil;&amp;atilde;o, apontamos para uma das principais quest&amp;otilde;es da discuss&amp;atilde;o pedag&amp;oacute;gica da paz, que &amp;eacute; sua estreita rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o com o olhar cr&amp;iacute;tico e profundo do tema. A paz n&amp;atilde;o &amp;eacute; uma condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o natural, assim como n&amp;atilde;o o &amp;eacute; a viol&amp;ecirc;ncia, posto que ambas s&amp;atilde;o processuais e constru&amp;iacute;das. Sendo assim, parece aceit&amp;aacute;vel que se explicite um corpo de conhecimento que pense a paz, na educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e na forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o de professores, como um conjunto de saberes, pr&amp;aacute;ticas e experi&amp;ecirc;ncias pass&amp;iacute;veis de reflex&amp;atilde;o, an&amp;aacute;lise e sistematiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Ainda nesse caminho, Freire diz, ao receber o Pr&amp;ecirc;mio UNESCO da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o para a Paz de 1986:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;De an&amp;ocirc;nimas gentes, sofridas gentes, exploradas gentes aprendi sobretudo que a Paz &amp;eacute; fundamental, indispens&amp;aacute;vel, mas que a Paz implica lutar por ela. A Paz se cria, se constr&amp;oacute;i na e pela supera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de realidades sociais perversas. A Paz se cria, se constr&amp;oacute;i na constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o incessante da justi&amp;ccedil;a social. Por isso, n&amp;atilde;o creio em nenhum esfor&amp;ccedil;o chamado de educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o para a Paz que, em lugar de desvelar o mundo das injusti&amp;ccedil;as o torna opaco e tenda a miopizar as suas v&amp;iacute;timas. (&lt;em&gt;apud&lt;/em&gt; FREIRE, 2006, p.388)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Na linha do pensamento de Paulo Freire nos aproximamos de quest&amp;otilde;es presentes aos educadores brasileiros. &amp;Eacute; dif&amp;iacute;cil acreditar que existam educadores que pensem que suas aulas est&amp;atilde;o desligadas do cotidiano de seus alunos e que acreditem que o conte&amp;uacute;do &amp;eacute; a &amp;uacute;nica forma de media&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre si mesmo e os alunos. Assim, tamb&amp;eacute;m &amp;eacute; dif&amp;iacute;cil pensar que existam educadores que afirmem que a paz, ou uma EP, n&amp;atilde;o est&amp;aacute; diretamente relacionada com quest&amp;otilde;es fundamentais na educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e da escola. Nesse caminho, podemos dizer que a constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o objetiva da EP na educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o brasileira, passa por reconhecer essa forte rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o com o pensamento educacional de Paulo Freire, expressa por Ana Maria Freire:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;A Paz tem sua grande possibilidade de concretiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o atrav&amp;eacute;s do di&amp;aacute;logo freireano porque ele inscreveu na sua epistemologia cr&amp;iacute;tica a inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de ating&amp;iacute;-la. O di&amp;aacute;logo que busca o saber fazer a Paz na rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre subjetividades entre si e &lt;em&gt;com &lt;/em&gt;o mundo e a objetividade do mundo, isto &amp;eacute;, entre os cidad&amp;atilde;os e a possibilidade da conviv&amp;ecirc;ncia pac&amp;iacute;fica, &amp;eacute; a que autentica este in&amp;eacute;dito-viavel. (2006,p.392)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Apontar para a rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre subjetividade e objetividade, atrav&amp;eacute;s do di&amp;aacute;logo que busca a paz, aproxima tamb&amp;eacute;m quest&amp;otilde;es que circundam e se entrela&amp;ccedil;am na discuss&amp;atilde;o da paz. Complexidade, teoria cr&amp;iacute;tica, inter e multidisciplinaridade, transversalidade, p&amp;oacute;s-modernidade, entre tantas contribui&amp;ccedil;&amp;otilde;es filos&amp;oacute;ficas e sociol&amp;oacute;gicas que fazem parte dessa constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o, com a aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;oacute;bvia ao relativismo ou superficialidade, mas com abertura ao di&amp;aacute;logo e aproxima&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Observar que a EP &amp;eacute; tarefa importante e que in&amp;uacute;meros educadores t&amp;ecirc;m se preocupado com ela &amp;eacute; fundamental; entretanto, surge a pergunta: como articular esse conhecimento? Quais os caminhos para se educar para a paz? Ainda com Paulo Freire, podemos supor princ&amp;iacute;pios b&amp;aacute;sicos da EP a se pensar na forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o de professores:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&amp;Eacute; preciso que saibamos que, sem certas qualidades ou virtudes como amorosidade, respeito aos outros, toler&amp;acirc;ncia, humildade, gosto pela alegria, gosto pela vida, abertura ao novo, disponibilidade &amp;agrave; mudan&amp;ccedil;a, persist&amp;ecirc;ncia na luta, recusa aos fatalismos, identifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o com a esperan&amp;ccedil;a, abertura &amp;agrave; justi&amp;ccedil;a, n&amp;atilde;o &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel a pr&amp;aacute;tica pedag&amp;oacute;gico-progressista, que n&amp;atilde;o se faz somente com ci&amp;ecirc;ncia e t&amp;eacute;cnica. (1997, p.136).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Nessas palavras, percebemos como subjetividade e objetividade, sendo complementares, trazem saberes para pensar em cultura da paz, na medida em que amor, humildade, gosto pela vida e pelo trabalho e abertura ao novo s&amp;atilde;o palavras muito presentes no fazer da vida e ainda pouco discutidas na forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o de professores. Obviamente, esse curr&amp;iacute;culo oculto sobre o ser (pessoa/professor) abre para perspectiva da diversidade, inevit&amp;aacute;vel na vida e na educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Nesse caminho, entendemos que diversidade, conflitos, di&amp;aacute;logo e constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o s&amp;atilde;o fundamentais para o crescimento individual e coletivo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Nei&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Wed, 22 Jul 2009 09:00:46 -0300</pubDate><link>http://redesocial.unifreire.org/educacao-para-a-paz/blog/paulo-freire-e-educacao-para-a-paz-relacao-umbilical</link><guid>http://redesocial.unifreire.org/educacao-para-a-paz/blog/paulo-freire-e-educacao-para-a-paz-relacao-umbilical</guid></item></channel></rss>
