"Sem bater fisicamente no educando, o professor pode golpeá-lo, impor-lhe desgostos e prejudicá-lo no processo de sua aprendizagem". Essa frase de Paulo Freire é uma das provocações iniciais para o trabalho com a Educação para a Paz. Mas de que Educação para a Paz estamos falando? Uma Educação para a Paz que seja entendida na diversidade e complexidade.

Uma Paz percebida no contexto da mediação de conflitos, prevenção de violências e direitos humanos. Especialmente, uma Paz provocativa de visão ecológica e abordagem holística, que explicite aspectos dos valores humanos, relações interpessoais e a construção de novas formas de convivências escolares. Paz sintetizada na idéia das mãos dadas por sobre as diferenças, no caminho do meio necessários à sobrevivência e desenvolvimento humano.

Nesse sentido, uma Paz em perspectiva conceitual que possa ser pensada pedagogicamente, com metodologias adequadas para o cotidiano escolar, para dar visibilidade à temáticas urgentes e necessárias para a educação escolar. Com isso, não se quer apontar a Educação para a Paz como grande possibilidade de transformação das pessoas, da escola ou do mundo. Pelo contrário, quer, através dessa perspectiva de múltiplos olhares, tornar o olhar humano, em nosso caso na escola, mais sensível e crítico em relação à fragmentação da própria vida, aos saberes e conhecimentos avançados do século XXI.

......... Será que é por aqui (?) ........................

Abraços

Nei