"Sem bater fisicamente no educando, o professor pode golpeá-lo, impor-lhe desgostos e prejudicá-lo no processo de sua aprendizagem". Essa frase de Paulo Freire é uma das provocações iniciais para o trabalho com a Educação para a Paz. Mas de que Educação para a Paz estamos falando? Uma Educação para a Paz que seja entendida na diversidade e complexidade.
Uma Paz percebida no contexto da mediação de conflitos, prevenção de violências e direitos humanos. Especialmente, uma Paz provocativa de visão ecológica e abordagem holística, que explicite aspectos dos valores humanos, relações interpessoais e a construção de novas formas de convivências escolares. Paz sintetizada na idéia das mãos dadas por sobre as diferenças, no caminho do meio necessários à sobrevivência e desenvolvimento humano.
Nesse sentido, uma Paz em perspectiva conceitual que possa ser pensada pedagogicamente, com metodologias adequadas para o cotidiano escolar, para dar visibilidade à temáticas urgentes e necessárias para a educação escolar. Com isso, não se quer apontar a Educação para a Paz como grande possibilidade de transformação das pessoas, da escola ou do mundo. Pelo contrário, quer, através dessa perspectiva de múltiplos olhares, tornar o olhar humano, em nosso caso na escola, mais sensível e crítico em relação à fragmentação da própria vida, aos saberes e conhecimentos avançados do século XXI.
......... Será que é por aqui (?) ........................
Abraços
Nei





One comment
O DEVER DA ESCOLA, SOBRE TUDO...
294.797.168-01 RESUMO O conflito existe partirá do momento que seus filhos não corresponderam às expectativas de suas ações como criança ou adolescente, no lar também é necessária paz. Principalmente quando deparamos com desemprego, desinformarão desigualdade social e inclusão digital onde as despesas só tendem a aumentar e conseguintemente o stress vem junto aí, pronto, os pais perdem a noção e principalmente a paciência e descarrega ou cobra dos filhos educação se nem ele está tendo o inicio ou base dela a compreensão de resolução dos seus próprios conflitos. Como ficaria o raciocino desta criança que depara com seus pais extremamente estressados atirando gritos para todos os lados e chegando a agressão verbal e física. Será que a criança e o adoalescente vão ter bom desempenho no aprendizado e vai pregar a paz na escola, se na sua casa é uma verdadeira guerra? Ou seria melhor este decidir deprimi-se como se estivesse poder de decisão do inconsciente? O os orientadores quando recebe um aluno ohiperativo, o que deve entender? Será apenas suspeita de sintomas ou o problema de fato existe, e precisa acompanhar toda problematizarão. Com uma turma de 30 a 40 alunos embora 2 apresentem comportamento que mereça atenção o que fazer o orientador ? Fazer vista grossa e entender que este problema foi gerado em casa, e só lá se pode ser resolvido ou tentar convidar os pais e saber até que ponto a escola podem ajudá-los com plano de ação levando de volta seus pais a sala de aula. È desta paz que refiro a falta de interesse dos problemas familiares que a escola passa a não entender que se julga necessário e sempre foi obrigação da escola aplicar educação. Só que o novo olhar que dizer integração e socialização, compreender melhor seu público alvo, e, a)- resolver conflitos e orienta-lo ou capacita-lo ao mercado;
b)-mediar sofrimento e fazer acolhimento em suas angustiais;
c)-tratar a educação com educação e saúde, encame ando ao especialista quando necessário;
d)-reconhecer que é possível ouvir melhor seus pais, e fazer compreender como se da a relação familiar sobre tudo o dia- dia de seus alunos;
e)-buscar capacitação em psicologia, serviço social e psicanálise para
compreender melhor a complexidade da família carente na nova escola sem paradigma;
f)- aplicando o cuidado geral da escola/aluno/família/associação ao orientador do futuro, desta forma compreenderemos melhor a paz que tanto falamos.
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