Olá a todas e todos especiais da Unifreire!
Inicialmente desejo um final de semana especial, junto à pessoas que lhes são especiais e que isto sirva como motivador de reflexão e disposição para tantas coisas necessárias ainda por fazer pelo mundo, pela vida, pelos seres humanos.
Sobre acontecimentos:
Deslizamentos, mortes, chuvas, mortes, filas de hospitais, mortes e finalmente o terremoto, mortes...
Sobre a sensocomunização das tragédias e nossa bondade e solidariedade "teórico-humanizante" para com as menchetes do jornal.
Pelo amor ou pela dor..... fala-se por aí!
Na dor das mortes todos se mobilizam, na prevenção.... poucos de preocupam... e assim caminhamos e pronto???????????????????????????????????????????????
Por isso, eu fui na idéia/categoria do INÉDITO VIÁVEL, no Pedagogia do Oprimido, quando Freire diz:
"os temas se encontram encobertos pelas "situações-limite" que se apresentam aos homens como se fossem determinantes históricas, esmagadoras, em face as quais não lhes cabe outra alternativa, senão adaptar-se. Desta forma, os homens [e mulheres] não chegam a transcender as situações-limites e a descobrir ou a divisar, mais além delas e em relação com elas, o inédito viável". (1975, p.110)
Situações-limites que vamos vivendo a cada dia, além das citadas ali em cima, podemos falar das violências cotidianas, na escola, na rua, no trânsito, em nossas famílias.
A questão está na adaptação às coisas como estão, dos modelos, das tragédias.
Transcender, encontrar o inédito viável, aquilo que pode ser diferente, melhor, criativo, que realmente altere as formas e modos de ver, sentir e ampliar os olhares sobre mundo e vida....
Vale à pena pensar nisso no final de semana
Também vale pensar objetiva/subjetivamente sobre o papel da EDUCAÇÃO PARA A PAZ como INÉDITO VIÁVEL.
PARA ISSO, PARTICIPEM DE NOSSA COMUNIDADE AQUI: A EDUCAÇÃO PARA A PAZ ou visitem o www.uepg.br/nep que tem as ações do nosso Núcleo de Educação para a Paz.
Abraços
Nei

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