Percebo na vivencia diaria que aquele que se diz ser "Analfabeto", na verdade é conhecedor do real, pois ele que se julga ninguem na verdade é sabedor de muito. Jamais deixe se ser descriminado pois sua sapiencia é de grande valia para o muito, mesmo nao sabendo ler e escrever, o conhecimento real que existe dentro de voce esse ninguem jamais podera tira-lo. Rose Trajano
A educacão popular é a mais rica que existe, é aquela que não se aprende nem nos livros nem na escola e sim na vida, nas dificuldades, nos amores e desamores...Para comprovar tal fato é só pararmos para refletir tocante sabedoria dos ``antigos´´... As vezes nós que somos estudados e cheios de cursos, erramos muito mais do que aqueles que nem sequer são alfabeizados...
...é a formadora dos cursos, melhor dizendo do que temos atualmente como cultura academica com a diferença que a sabedoria popular nos é apresentada como um pedra bruta que evoluiu, mas como um codificação diferente da que foi utilizada para armazenar o conteúdo da cultura acadêmica que por sua vez tambem evoluiu mas dentro da sua codificação e metodo. A falha das pessoas que se voltaram a cultura academica foi se distanciar da origem do conhecimento falha que atualmente sendo corrigida.
A educação popular numa pespectiva transformadora partir a experiencia e da sabedoria popular mais aprofunda seu conhecimento de forma crítica e transformdadora
Diferentes Formas de Violência na Escola
Acorrente impetuosa é chamada de violenta
Mas o leito de rio que a contém
Ninguém chama de violento
Brecht
1º-A violência vingativa uma fonte de destrutividade de desrespeito à vida, principalmente de uma criança. As crianças na vida escolar começam com fé na bondade, no amor, na justiça. O estudante tem fé no professor, na presteza dele ser um exemplo de alegria e esperança, confortá-lo quando precisar. Mas muitos professores tentam por essa fé abaixo. Os estudantes ouvem o professor gritar, humilhar, desprestigiar, etc. É certo que desmorona qualquer possibilidade de confiança. O desapontamento é determinado.
Pouco percebemos mas há diversas e pequenas experiências destrutivas, que cumulativamente fazem a fé no professor vir abaixo.
O estudante desapontado com a idéia que tinha de professor começa a odiar a vida. Se não há um professor em quem se possa acreditar na bondade, no carinho, no reconhecimento, na alegria, na paciência, no amor, se sua fé foi apenas ilusão tola, não se pode mais tolerar a dor do desapontamento. Da mesma forma que o professor fazia, o estudante busca fazer, provar que a vida é má, que a escola é má, que ela própria é má. O estudante tornar-se-á, então um cínico e um destruidor.
A destrutividade do estudante é filha das ações destrutivas de professores: o desapontamento com a vida leva ao ódio à vida.
Em minha experiência como professor, experiência freqüentemente na perda de fé na educação. Percebo que colegas mostram-se maus para em cobrir sua incompetência de acreditar na própria vida.
Pouco tenho visto professores transcendendo o seu próprio limite imaginativo, muitos deles impotentes, vivem armados para a qualquer momento atacar e destruir a alegria de qualquer um. Se destruindo e destruindo os outros.
Na busca de exercer domínio sobre seus estudantes, transformam em objeto indefeso. Humilhá-lo, restringindo seus movimentos, restringem sua imaginação e sentimentos. Pois não existe maior poder sobre outra pessoa do que o de obrigá-la a suportar os gritos e mandos sem ser capaz de defender-se. Contudo o professor sente o domínio completo: É a essência do impulso sádico.
Transforma o estudante em coisa, algo animado e alegre em algo inanimado, destrutivo. Essas práticas e ações de professores vingativos buscam apenas destruí a qualidade essencial à vida – A LIBERDADE.
Os estudantes impetuosos são chamados de violentos
Mas as pessoas que os educam
Ninguém chama de violento.
Prfº Erivelto Rocha
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Acreditar nas experiencias do individuo
A sabedoria popular...
Acredito que " a sabedoria popular " ...
educação popular
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Violência na Escola
Acorrente impetuosa é chamada de violenta
Mas o leito de rio que a contém
Ninguém chama de violento
Brecht 1º-A violência vingativa uma fonte de destrutividade de desrespeito à vida, principalmente de uma criança. As crianças na vida escolar começam com fé na bondade, no amor, na justiça. O estudante tem fé no professor, na presteza dele ser um exemplo de alegria e esperança, confortá-lo quando precisar. Mas muitos professores tentam por essa fé abaixo. Os estudantes ouvem o professor gritar, humilhar, desprestigiar, etc. É certo que desmorona qualquer possibilidade de confiança. O desapontamento é determinado.
Pouco percebemos mas há diversas e pequenas experiências destrutivas, que cumulativamente fazem a fé no professor vir abaixo.
O estudante desapontado com a idéia que tinha de professor começa a odiar a vida. Se não há um professor em quem se possa acreditar na bondade, no carinho, no reconhecimento, na alegria, na paciência, no amor, se sua fé foi apenas ilusão tola, não se pode mais tolerar a dor do desapontamento. Da mesma forma que o professor fazia, o estudante busca fazer, provar que a vida é má, que a escola é má, que ela própria é má. O estudante tornar-se-á, então um cínico e um destruidor.
A destrutividade do estudante é filha das ações destrutivas de professores: o desapontamento com a vida leva ao ódio à vida.
Em minha experiência como professor, experiência freqüentemente na perda de fé na educação. Percebo que colegas mostram-se maus para em cobrir sua incompetência de acreditar na própria vida.
Pouco tenho visto professores transcendendo o seu próprio limite imaginativo, muitos deles impotentes, vivem armados para a qualquer momento atacar e destruir a alegria de qualquer um. Se destruindo e destruindo os outros.
Na busca de exercer domínio sobre seus estudantes, transformam em objeto indefeso. Humilhá-lo, restringindo seus movimentos, restringem sua imaginação e sentimentos. Pois não existe maior poder sobre outra pessoa do que o de obrigá-la a suportar os gritos e mandos sem ser capaz de defender-se. Contudo o professor sente o domínio completo: É a essência do impulso sádico.
Transforma o estudante em coisa, algo animado e alegre em algo inanimado, destrutivo. Essas práticas e ações de professores vingativos buscam apenas destruí a qualidade essencial à vida – A LIBERDADE. Os estudantes impetuosos são chamados de violentos
Mas as pessoas que os educam
Ninguém chama de violento.
Prfº Erivelto Rocha
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