UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO

GRANDE DO NORTE

CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS

PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO

LINHA DE PESQUISA CORPOREIDADE E EDUCAÇÃO


Evanir de Oliveira Pinheiro*

O QUE ENTENDEMOS POR CORPOREIDADE?

 

 

FOTO: EVANIR PINHEIRO

 


Assmann (2004) explica que o conceito corporeidade surge do pós dualismo do organismo vivo, a fim de superar as fragmentações corpo/alma, cérebro/mente, matéria/espírito. Enquanto que a Teoria fenomenológica da Percepção humana de Merleau-Ponty (1994) parte da premissa de que a corporeidade é a manifestação relacional do homem consigo e com o universo. Isto é, expressa o envolver e mover os indivíduos por meio de um campo energético de feixes irradiantes de sentimentos e emoções no viver e conviver no mundo. Sendo assim, passível de mudanças e transformações associadas ao espaço-tempo e aos processos energéticos com o qual interage presencialmente ou virtualmente.

O corpo é o primeiro e mais natural instrumento do homem e este é um ser essencialmente corporal, pois pelo corpo manifestamos aspectos de nossa existência, de nossa cultura, de nossa sociedade. Para que então dissociá-lo da mente, do intelecto, dos pensamentos, dos sentimentos?

A partir de Merleau-Ponty (1994) entendemos que não há outra forma de conhecer o corpo senão vivê-lo. O corpo humano é um processo, uma organização em constante alteração e transformação, um movimento que precisa ser acompanhado de dentro e não comandado de fora.  Assim como o corpo encontra-se em constante construção, a corporeidade também não pode ser vista como a essência do corpóreo, mas como um processo de construção que acontece ao longo da vida. É nosso referencial com o mundo; por meio dele existo e me relaciono com os demais. A mente não existe sem o corpo e o corpo não existe sem a mente. Mente-corpo co-habitam e coexistem num mesmo ser. É o cérebro-mente que comanda os movimentos, as ações, os pensamentos, as emoções do ser humano.

O corpo é mais do que um conjunto constituído de músculos e ossos: nele estão marcados signos sociais que expressam a cultura de um povo. Atuar sobre o corpo é atuar sobre a sociedade. A corporeidade é o conhecimento do corpo do ponto de vista filosófico, que parte de sua dimensão biológica, na qual esse corpo não se dissocia da mente, já que fazem parte de um conjunto que se inter-relaciona ininterruptamente.

O corpo é todo movimento por ele exercido, como fenômeno corpo-em-movimento, absolutamente incalculável que atua nos lugares humanos onde o homem ainda não pode agir por si mesmo, brinca com o inconsciente e lig a o todo em cada uma das partes; [...] “pré-visto como coreografia tanto bela quanto lúdica. Bela porque eleva uma necessidade física a uma necessidade estética, faz vibrar, emociona. Lúdica porque é livre, espontânea, incômoda a toda coerção e privação” (CARMO JR., 1995, p.18).

Por outro lado, as novas descobertas no campo da Neurociência sinalizam que a corporeidade do ser humano se desenvolve desde os primeiros anos de sua vida, se desdobrando em todo o seu processo ontogenético.  Segundo Maturana e Verden-Zoller (2004), devido a sua constituição biológica, a corporeidade não é fixa devido sua plasticidade ontogenética própria de um sistema cuja estrutura muda seguindo um itinerário casual na seqüência de suas interações.

Sendo assim, a epígenese do homo sapiens, por ser a estrutura genética inicial, comum a todo ser vivo, se altera incessantemente conforme a realização ontogenética do sistema vivo e desse modo, nós humanos nos tornamos aquilo que nossas corporeidades se tornam enquanto vivemos e crescemos como seres humanos. Em outras palavras, devido a epígenese o modo como uma criança vive sua corporeidade nos primeiros anos de vida, não é indiferente ao seu desenvolvimento.

Em conseqüência, também não o é para o desenvolvimento de suas possibilidades de consciência individual e social, bem como para o desenvolvimento de sua capacidade de auto-aceitação e aceitação do outro (MATURANA & VERDEN-ZOLLER, 2004, p. 132).


As interações que participamos ao longo de nossas vidas particularmente durante a infância constituem tanto o fundo que demarca o curso de mudanças estruturas epigenéticas, quanto o âmbito de possibilidades no qual se dá o nosso contínuo devir estrutural como seres humanos. A corporeidade do ser humano é constituída e plasmada de modo biocultural, uma constitutição ontológica que une o bio-físico-quimico e os repertórios culturais/simbólicos, como amálgama de significados e sentidos existenciais.

Nossa corporeidade é o estado de nosso ser encarnado, composto da hibridação entre fibra biofísico-química de sua sensorialidade e o feixe simbólico que o atravessa. Tal hibridação revela significados e sentidos construídos no dinamismo da teia cultural.  [...] “Assim, a plasticidade da corporeidade se configura como  expressão existencial das polifonias e das ambigüidades do humano   em seus modos de estar sendo no mundo” (ARAÚJO, 2008, p.71).

A corporeidade é história, é existência e, construí-la, significa viver, a partir das nossas capacidades inventivas e criativas. Neste sentido, “não existe uma corporeidade homogênea e universal transferível de um corpo particular ao outro, mas cada corpo tem sua própria corporeidade, o que lhe garante sua identidade biológica” (SANTIN, 1990, p.138),.

A identidade biológica de cada ser, revela uma multiplicidade de texturas de corporeidades singulares que se apresentam, com instancias internas e externas, intensivas e extensivamente diversificadas, que se interligam e se interpenetram compondo espessuras bioculturais (orgânica e simbólica) da condição humana.  As texturas da corporeidade manifestam os repertórios de crenças e de valores, de sentires e de pensares que, de modo imbricado, perfazem os contextos culturais de cada indivíduo em com seu estar sendo no mundo com o outro( ARAÚJO, 2008).

 

As envolturas da corporeidade se revelam mediante os feixes pregnantes de sua carnalidade, nos processos intensivos de expressão de suas afecções que movem e co-movem, que fremem e interpelam que vibram e desentalam (ARAÚJO, 2008, p.71).

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Nessas condições a corporeidade configura uma unidade dinâmica dos sentidos físicos, plasmando de forma conjunta e complexa os sentidos existenciais enredado n a teia da cultura. O corpo vivido/vivente está impregnado de sentidos que revelam as crenças, os valores as percepções que constituem a complexidade da condição humana.  Vemos então que o corpo não se encerra em si mesmo, em suas constituição bio-físico-química, é um corpo bioplasmado como ressalta o cientista Russo Vasiliev (apud, MORAIS, 2002), uma realidade “extrafísica” que reside no ser humano e modela e regula o corpo orgânico e a vida humana.

Em sua condição bioplasmática, o corpo se desborda por meio de campos magnéticos, de seus feixes de energia, na intangibilidade de suas sutilezas, apresenta ressonâncias magnéticas que impelem os processos de interligação e de sinergia intercorpórea na dinâmica da intercorporeidade.  Bérgson (1971) trás o pensamento de que nossas experiências com o universo, estão além do corpo e explica que a materialidade do corpo não termina no ponto em que o tocamos, mas se repercute em toda parte onde sua influencia se faz sentir, se desdobrando em fluxos de ondas quânticas. O corpo irradia e faz vibrar na intensidade de seus feixes quânticos que movem, interpelam e faz emergir laços que interligam , teias que entrelaçam .

A partir desse autor, a corporeidade expressa um sistema sinérgico. isso já era falado por Merleau-Ponty (1994, p. 314) sob outra perspectiva: ”Meu corpo é não uma soma de órgãos justapostos, mas um sistema sinérgico do qual todas as funções são retomadas e ligadas no movimento geral do ser no mundo”.  Esse fenômeno sinérgico é interpretado de forma poética por Araújo(2008, p.73):


Esses feixes que emanam e vibram da e na corporeidade anima o existir, irradiam o ela do anímico; fazem emergir o advento do sopro vital que jorra da alma e que recursivamente, nutre a ambos.

Dessa maneira, a corporeidade é tecida e sentida para além dos limites da pele, pois se expressa na vibração das energias que se energizam, dos afetos que simpatizam e que entrelaçam os seres humanos na trama da intercorporeidade, além dos filamentos de suas matéria físico-química. Sobretudo, a corporeidade humana é tecida pelo simbólico, dos sentidos que envolvem a plasticidade de suas posturas e da complexidade de seus modos de plasmar o existir.

A consciência emerge do corpo, impregnada de corporeidade. Merleau-Ponty (1994, p. 314) afirma: tenho consciência do mundo por meio de meu corpo. É por meu corpo que compreendo o outro, assim, como é por meu corpo que percebo as coisas. O sentipensar do corpo nessa impregnância com o universo se manifesta algo além da percepção biofísicas que ainda temos muito o que estudar, para entendermos esse fluir que transcende a materialidade corpórea das emoções e sentimentos. São ondas que nos envolvem, nos afetam, as quais não é possivel ver, mas senti-las, como constituidoras de campos energéticos que autoregulam e auto-organizam a vida.

A corporeidade vivida pelo sujeito, expressa a percepção que o corpo tem do mundo, do outro e das coisas, as tessituras que influenciam suas ações − os gestos que o conduza a tomar atitudes dialógicas. Entretanto, existem situações que podem conduzi-lo a direções completamente opostas ao diálogo consigo e com o mundo.

Falamos de entropia, a obstrução dos canais de fluxo de nossas potencialidade de autofruição e desenvolvimento homeostáticos, que regulam o corpo-mente e promove desenvolvimento. Nesse estado, a consciência do individuo não flui em sua potencialidade, provoca a tensão respiratória, a obstrução dos vasos sanguíneos que por sua vez, interferem na auto-expressão dos seus movimentos, nos ritmos dos fluxos criativos e perceptivos.

A negaentropia (CSIKSZENTMIHALYI, 1999; 1992) é o contrário da entropia, favorece o estado potencial de fluxo, é o ápice do processo Ludopoiético do ser, quando transcende aos conflitos existências por meio de uma força criativa, munindo-se de um estado de espírito consciente e iluminado.

Nesse estado de fluxo, O corpo expressa performances mais significativas das propriedades ludopoiéticas na vida pessoal e profissional, de modo intenso e contagiante, por meio de um coração pulsante de prazer e alegria de viver, autoconfiante e seguro de corpo e alma.

Entretanto, a entropia psíquica na vida humana e cada vez mais presente, pois as fortes influencias na degeneração da corporeidade humana, especialmente no ocidente, foi e ainda é marcada pela cultura compartimentada judaico-cristã, que ao longo de séculos impregnou sobre a formação humana de forma destruidora, desumana e hipócrita.

Entre tantas conseqüências, destacamos a desvalorização da corporeidade humana em detrimento de uma suposta essência espiritual, uma concepção limitada da compreensão do mundo e de sua importância na sobrevivência do homem e a desconfiança deste nos processos naturais.

A herança da dualidade corpo/mente que fundou os preceitos religiosos, sociais e culturais, provocou implicações muito graves na formação humana. Maturana e Verden-Zoller(2004) explicam que a negação do corpo, gerou a não aceitação do corpo do outro, assim como o desconhecimento de si, gerou o desconhecimento do outro. A racionalidade tomou lugar soberano sobre a sensibilidade, que tinha que ser controlada em função da produtividade e da manutenção de uma ordem social alien adora.

O corpo foi oprimido, castrado de liberdade, de prazer e de autonomia, em favor da evolução de uma espiritualidade abstrata a sua própria existência. Essas atitudes geraram perdas e/ou distanciamento de uma corporeidade humana em plenitude e se repercutem com recursividade sob as relações e organizações humanas de modo alienante, tanto na separação de corpo e espírito, quanto na incorporação de atitudes de controle do outro, domínio sobre a natureza, de submissão as intenções mercantilistas de nossa cultura patriarcal.

Se nós humanos nos tornamos aquilo que nossas corporeidades se tornam enquanto vivemos e crescemos como seres humanos individualistas e , evidentemente que carregamos inscritos sobre nossa inteireza humana, os resquícios que nossas gerações vivenciaram sob múltiplas singularidades ontogenéticas por parte de cada ser. A instrumentalização das interações humanas, o estabelecimento de relações hipócritas com o outro e medíocres consigo mesmos, impedem o fluir de uma corporeidade feliz e sã.

Todos esses entraves que obstruem a condição bioplasmática do corpo degeneram os campos magnéticos, os seus feixes de energia, a intangibilidade de suas sutilezas, assim como os processos de interligação e de sinergia intercorpórea na dinâmica da intercorporeidade.

Nossa condição humana surge do entrelaçamento da genética do homo sapiens com a cultura da sociedade. “Somos concebidos como homo sapiens e nos humanizamos no processo de viver como humanos ao viver como membros de uma comunidade social humana”(MATURANA & VERDEN-ZOLLER, 2004, p.133).

Conforme nos mostra Maturana e Verden-Zoller(2004), nossa habilidade de coexistência social brota em nós exclusivamente na epígenese humana na biologia do amor. Isso quer dizer que, temos a capacidade de viver no amor se nele crescemos e nele precisamos viver para ter saúde espitirual e fisiológica. Evidente que podemos aprender a indiferença, a desconfiança ou o ódio, mas quando isso acontece cessa a vida social. Acaba-se o humano como ressaltam Maturana e Verden-Zoller(2004).

Uma vez que a Biologia do amor é essencial para o desenvolvimento de todo o ser humano na condição de seres linguageantes, é a operacionalidade da aceitação do outro que tem grande relevância em nosso processo individual de transformações no curso de nossa corporeidade. O modo como conduzimos a nossa corporeidade e/ou somos afetados pela cultura de nosso tempo, demarca o que somos na trajetória de nossos afazeres e interações com o outro e com o mundo circundante.

Acreditamos que a falta de consciência corporal gera o desconhecimento pessoal, propicia insuficiência do desenvolvimento da auto- consciência pessoal e social, assim como da auto-aceitação e aceitação do outro conforme defendem Maturana e Verden-Zoller(2004).

A exemplo disso, Olivier (1995) afirma que durante a evolução da criança, a qualidade da corporeidade é um dos principais determinantes da estruturação neuropsicomotora. E por outro lado a estruturação corporal na mente da criança é fundamental para o desenvolvimento do próprio corpo como organismo físico. A autora explica que as crianças privadas de adequado relacionamento corporal com o mundo tendem a ter desenvolvimento físico atrasado em relação às demais (o que chamamos em clínica de nanismo psico-afetivo).

A qualidade da corporeidade depende, como em todas as funções neurológicas, da qualidade e desenvolvimento das relações neuroniais estabelecidas entre as áreas sensoriais e motoras do cérebro. Estas relações, a maioria estabelecida durante a primeira infância, com o outro e o meio são muito decisivas na sua formação humanescente. Nos termos de Queiroz (2001: 53): “Corporeidade é corpo vivenciado”.

Vemos então que, para a Corporeidade, O fundamento da presença humana ou do fenômeno humano acontece na corporeidade significante e expressiva na direção do outro. É preciso ampliar nossa visão de mundo, saindo da abstração, para aprimorar a qualidade de vida, e esta só é obtida com a recuperação da vivência da corporeidade como enfatisa Assmann (1995). A corporeidade apresenta-se como a forma mais autêntica do corpo humano ser representado no mundo vivido.

A posição valorativa do corpo vem ao encontro de uma idéia que o toma como elemento fundamental ao processo de aprendizagem. Compartilhamos a idéia de que o corpo, como nosso referencial de vida, nosso estar-presente no mundo, tem suma relevância no campo da Educação, pois “a Corporeidade não é fonte complementar de critérios educacionais, mas seu foco irradiante primeiro e principal. Sem uma filosofia do corpo, que pervaga tudo na Educação, qualquer teoria da mente, da inteligência, do ser humano global enfim, é, de entrada, falaciosa”. (ASSMANN,1995: 77).

Considera o autor que, no caso da corporeidade, há muito a ser pesquisado, Mu itos mistérios a serem desvendados, um novo paradigma a ser elaborado. É o convite que ele faz para aqueles que comungam da idéia sobre a relevância do conhecimento do corpo e sua inter-relação com a Educação.

Lowen (1970) em sua obra “Prazer, uma abordagem criativa da vida”, nos remete a olhar a experiência do prazer como uma necessidade essencial do ser humano na sua vida e no seu trabalho, devido a força criativa que seu estado de fluxo produz nas diversas circunstâncias que vivencia.

O autor faz importantes relações entre a sensação do prazer e o fluxo de sentimentos, ações e realizações do indivíduo. Para ele o prazer traz um novo significado à vida por sua dialética relação com a criatividade diante da vida em constante construção. é mais possível conceber os indivíduos como corpos que executam movimentos.

É preciso pensar o indivíduo como um criativo que vivencia suas experiências não apenas graças a seu corpo, mas em virtude de suas potencialidade de transcender sua corporeidade, de ir além de sua condição homo-sapiens, se expandir como ser que irradia luz e  beleza.

Finalizando, nos remetemos a Maslow (1994) que também evidencia as necessidades que nos levam a buscar aautorrealização, vivenciando e amor e as relações em sua dimensão afetiva. Como ser humanos, buscamos incessantemente o sentido maior da vida que nos remete à espiritualidade com retorno aos valores mais superiores, sem a qual toda tecnologia e avanços científicos serão em si um grande desperdício ou uma enorme futilidade caso não sejam acompanhados de amorosidade, solidariedade, compaixão, ética e outros valores que caracterizam o ser saudável.

 

Referencias mencionadas

ARAÚJO, Miguel Almir Lima de. Os sentidos da sensibilidade: sua fruição no fenômeno do educat. EDUFBA, 2008.

ASSMANN, Hugo. Reencantar a educação: Rumo à sociedade aprendente. 8ª edição, Rio de Janeiro: Editora vozes, 2004.

____.. Paradigmas educacionais e corporeidade. 3. ed. Piracicaba : UNIMEP, 1995.

____. A dimensão estética do conhecimento: A aprendizagem com experiencia da beleza. Caderno Catarinense de Ensino de Física, v. 6, n. 2, p. 29-41, 1999.

____.Sociedade Aprendente e Sensibilidade Solidária. Diálogo, v. 3, n. 9, p. 44-52, 1998.

BERGSON, Henri. A evolução criadora. Rio de Janeiro:Edição Ópera Mundi, 1971.

CARMO JR., W. A brincadeira de corpo e alma numa escola sem fim: reflexões sobre o belo e o lúdico no ato de aprender. Motriz, Rio Claro, v.1, n.1, p.15-23, 1995.

CSIKSZENTMIHALYI, Mihaly. A psicologia da felicidade. São Paulo: Saraiva, 1992

____A descoberta do fluxo. São Paulo: Rocco, 1999.

MASLOW, Abrahan. Harold.  La Personalidad Creadora. 5ª ED. Barcelona: KAIROS, 1994

MERLEAU-PONTY, M. Fenomenologia da percepção. São Paulo: Martins Fontes, 1994.

OLIVIER, Giovanina.G.F - Um olhar sobre o esquema corporal, a imagem corporal, a consciência corporal e a corporeidade. - Tese de mestrado apresentada à Faculdade de Educação Física da Universidade Estadual de Campinas (área de concentração: Educação motora) - 1995

SANTIN, S. Aspectos filosóficos da corporeidade. Revista Brasileira de Ciências do Esporte, São Paulo, v.11, n.2, p.136-145, 1990.

 

*Texto  como parte integrante da matriz teórico-metodológica da pesquisa de Tese da autora: A autoformação Ludopoiética do Educador Infantil( em desenvolvimento - NATAL- RN-ABRIL/2010).