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Palestra de Genuíno Bordignon sobre Registro e Sistematização

August 27, 2010, by priscila camargo ramalho - No comments yet

No último dia 24, o professor Genuíno Bordignon fez uma palestra sobre Registro e Sistematização das ações das secretarias de educação durante o 1º Encontro Centralizado do Programa Município que Educa, realizado em Campo Limpo Paulista em uma parceria da UNDIME com o IPF.

Os slides da palestra estão disponíveis no banco de Leituras aqui da Rede Social (pasta Fundamentação Teórica). Você também pode acessar a apresentação clicando aqui.



"Nada é impossível de mudar"

August 27, 2010, by Paulo Roberto Padilha - No comments yet

Gosto muito de Bertold Brecht. E é incrível como sua obra, seu pensamento, sua arte, podem-se aplicar à nossa vida cotidiana, pessoal e profissional. Vale pensar sempre nisso!!! Até porque o pensar e o agir dicotômicos, sectários, violentos, ressecados e fragmentados pelo tempo e pela própria vida, não podem nem devem continuar assim... Recorramos mais uma vez a ele...

"Desconfiai do mais trivial, na aparência singelo. E examinai, sobretudo, o que parece habitual. Suplicamos expressamente: não aceiteis o que é de hábito como coisa natural, pois em tempo de desordem sangrenta, de confusão organizada, de arbitrariedade consciente, de humanidade desumanizada, nada deve parecer natural nada deve parecer impossível de mudar."

Recomendo:
http://www.pensador.info/autor/Bertold_Brecht/



Fotos do encontro de São José dos Campos

August 26, 2010, by priscila camargo ramalho - No comments yet

No dia 10 de agosto, aconteceu o último Encontro Regional do Programa Município que Educa, realizado pela UNDIME, em parceria com o IPF.

Veja abaixo algumas fotos do encontro:

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TWITTER

August 24, 2010, by Paulo Roberto Padilha - No comments yet

Companheiras/os

 

Há um mês estou curtindo e aprendendo a "twittar".... Falta muito ainda, mas é twitando que se aprende a twittar....

vemo-nos também por lá: padilhaeduc



VII Encontro Internacional do Fórum Paulo Freire

August 23, 2010, by Paulo Roberto Padilha - No comments yet

Estamos fazendo as malas para Cabo Verde, Praia, onde participaremos deste importante VII Encontro Internacional do Fórum Paulo Freire. Para quem quiser participar, ainda dá tempo. A Direcção Geral de Educação e Formação de Adultos associada à
Universidade de Cabo Verde e o Instituto PauloFreire convida a comunidade científica para este encontro, que conta com personalidades que compartilham, debatem e reinventam a concepção político-pedagógica de Paulo Feire. Informações mais detalhadas estão disponíveis no site www.ipf.org.cv/forum2010. Ver também a história deste Fórum em www.paulofreire.org



O que fizemos, hoje, para melhorar o mundo?

August 20, 2010, by Paulo Roberto Padilha - No comments yet

O que fizemos hoje para melhorar o mundo?
Às vezes basta um olhar, um bom dia, um carinho, um aperto de mão... um pequeno gesto de quem aprende, de quem acolhe e, ao mesmo tempo, ensina e sente-se acolhido por outra pessoa... Recomendo a leitura da poesia "Não Sei", de Cora Coralina....

E também Fernando Pessoa...

Para ser grande, sê inteiro; nada teu exagera ou exclui; sê todo em cada coisa; põe quanto és no mínimo que fazes; assim em cada lago, a lua toda brilha porque alta vive.

 




Novo artigo sobre Educação Integral, Currículo Intertranscultural e MqE

August 13, 2010, by flavialand - No comments yet

"A cada dia mais penso ser possível construirmos uma educação integral, enquanto concepção, e processos de educação em tempo integral, enquanto práticas (não dicotomizadas), que partem das relações humanas e culturais entre as pessoas e grupos, reconhecendo e valorizando os seus saberes prévios, suas diferentes diferenças e múltiplas semelhanças. Esta é a base do que chamo de um currículo intertranscultural."

Leia mais sobre Educação Integral, Currículo Intertranscultural, por Paulo Roberto Padilha, clicando aqui!



Plataforma Cidades Sustentáveis é lançada em São Paulo

July 21, 2010, by priscila camargo ramalho - No comments yet

Foi lançada hoje, em São Paulo, a Plataforma Cidades Sustentáveis, um banco de boas práticas em sustentabilidade realizadas em 73 cidades do mundo. A iniciativa é do Movimento Nossa São Paulo e da Rede Social Brasileira por Cidades Justas e Sustentáveis e busca inspirar gestores e candidatos às próximas eleições na formulação de políticas públicas e programas de governo que tenham como eixo transversal a sustentabilidade.

As práticas estão divididas em doze temas, inspirados na I Conferência sobre Cidades Européias Sustentáveis, em 1994, na cidade dinamarquesa Aalbord: Governança; Bens Naturais Comuns; Equidade, Justiça Social e Cultura de Paz; Gestão Local para a Sustentabilidade; Planejamento e Desenho Urbano;  Cultura para a Sustentabilidade; Educação para a Sustentabilidade e Qualidade de Vida; Economia Local, Dinâmica e Sustentável;  Consumo Responsável e Opções de Estilo de Vida; Melhor Mobilidade, Menos Tráfego; Ação Local para a Saúde; Do Local para o Global.

Uma das experiências é a da ecovila BedZED, um "eco-bairro" em Londres onde os edifícios e a infraestrutura urbana consomem menos energia elétrica (45%), água (50%) e aquecimento (81%) do que as médias de outras cidades. Um exemplo brasileiro é o projeto Minha Escola, Meu Lugar, do estado de Santa Catarina, que coloca a escola como um pólo irradiadr de ações coletivas que impulsionem o desenvolvimento local.

Durante o evento, candidatos ao governo do estado de São Paulo e ao senado assinaram uma carta-compromisso para uma gestão voltada para o desenvolvimento justo e sustentável nas cidades.


Clique aqui para baixar a publicação

Conheça a carta-compromiss

Vá para o site da Plataforma Cidades Sustentáveis



Novo blog discute cidades sustentáveis e inteligentes

July 20, 2010, by priscila camargo ramalho - No comments yet

Mais de 50% da população mundial vive hoje em cidades, percentual que deve subir para 75% até 2050. Muitos desses centros urbanos são mega cidades com mais de 10 milhões de habitantes.

Com a urbanização, crescem também os desafios ao desenvolvimento sustentável, como as mudanças climáticas, o trânsito, a contaminação de cursos de água e a produção de resíduos sólidos. Apenas como exemplo: aproximadamente 75% dos resíduos gerados no planeta estão nos centros urbanos.

No blog Cidades Sustentáveis + Cidades Inteligentes,  o arquiteto e professor Carlos Leite fala de como a gestão inteligente, inovadora e criativa pode contribuir com a sustentabilidade das cidades contemporâneas. Há uma boa lista de indicações de sites, vídeos e leituras, divulgação de eventos e um blog com reflexões bastante ricas sobre o tema. Num dos posts mais recentes, o autor propõe uma agenda possível para promover as cidades sustentáveis, levando em conta os seguintes parâmetros:

- A cidade é “a” pauta atual: o século XIX foi dos impérios, o século XX das nações, o século XXI é das cidades.
- As megacidades são o futuro do planeta urbano. Devem ser vistas como oportunidades e não problema.
- O desenvolvimento sustentável se apresenta mais urgentemente onde mora o problema: as cidades darão as respostas para um futuro “verde”, nelas se consomem os maiores recursos do planeta, nelas se geram os maiores resíduos.
- As cidades se reinventam. Afinal, elas não são fossilizadas: as melhores cidades, aquelas que continuamente sabem se renovar, funcionam similarmente a um organismo, quando adoecem, se curam, mudam. Refazê-la ao invés de expandi-la. Compactá-la. Deixá-la mais sustentável é transformá-la numa rede estratégica de núcleos policêntricos compactos e densos, otimizando infraestruturas e liberando territórios verdes.
- Sustentabilidade desmistificada. Desenvolver com sustentabilidade pressupõe crença no progresso humano. Significa não cair na armadilha psicanalítica do imobilismo ou regresso bucólico-saudosista propiciados pelos discursos catastrofistas-deterministas ou “eco-chatos”. Ou seja: acreditamos na evolução do conhecimento, das técnicas e das tecnologias humanas. Uma postura estrategicamente proativa impõe a adoção de medidas e parâmetros “verdes” em praticamente tudo que fazemos atualmente, mas impõe, sobretudo, a busca e adoção das técnicas e tecnologias avançadas na racionalização da gestão dos projetos e da operação das cidades. Como exemplo: medidas mitigadoras que visam uma melhor “pegada” ecológica urbana, como o menor consumo de energia, adoção de matriz de energias renováveis, reciclagem de lixo urbano, aumento do gradiente verde das cidades e reuso de águas devem ser buscadas sempre. Porem, é mais estratégico que tudo isso se faça na cidade de núcleos policêntricos compactos. O resultado ambiental efetivo é amplamente maior se adotada a reinvenção urbana real. A cidade compacta fará a diferença real no uso mais racional e sustentável dos recursos.
- Exclusão. Não há ilusão. As imagens aéreas, o “olhar de sobreolhar”, são reveladores: as cidades desenvolvidas são as cidades sustentáveis, inclusive socialmente. Mais verdes e mais includentes. São, normalmente, as mais antigas, pertencentes aos países desenvolvidos, “de primeiro mundo”. Ali os maiores dramas já foram resolvidos e há, agora, oportunidade e recursos para a implementação de melhorias que as megacidades emergentes (São Paulo, Xangai) ou de países subdesenvolvidos (Lagos, Dakar) estão muito longe de poder buscar. É muito mais urgente São Paulo, por exemplo, cuidar de direcionar esforços e recursos para regenerar territórios centrais e dotá-los de amplas quantidades de habitação coletiva, construídos rapidamente através de sistemas industrializados, do que preocupar-se com a arborização ou mobiliário urbano de bairros ricos. Não há cidade sustentável sem a desejável sociodiversidade territorial.

Para conhecer, clique em: http://cidadesinteligentes.blogspot.com/



São Carlos realiza o terceiro encontro regional Município que Educa

June 9, 2010, by priscila camargo ramalho - No comments yet

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Aconteceu ontem, em São Carlos, o terceiro Encontro Regional do Programa Município que Educa, realizado pela União dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), em parceria com o Instituto Paulo Freire. O evento foi realizado no teatro Florestan Fernandes, na Universidade Federal de São Carlos, e reuniu representantes de cerca de 70 municípios da região.

Estiveram presentes o prefeito de São Carlos, Oswaldo Barba, o reitor da UFSCar, Targino de Araújo Filho, a secretária de Educação de São Carlos, Lourdes Moraes, as representantes da Undime, Suely Maia e Rosário da Costa, e os professores e palestrantes Moacir Gadotti e Paulo Padilha.

Em sua palestra, o professor Gadotti falou sobre como promover uma educação de qualidade nos municípios. Segundo ele, é preciso identificar os fazeres educativos na cidade e construir projetos colaborativos que os potencializem. "As experiências exitosas precisam ser identificadas, valorizadas, integradas em um projeto coletivo". Ainda segundo Gadotti, a Educação não pode ser considerada um setor da prefeitura; deve se estender a todo o território, ocupar todos os espaços.

Na parte da tarde, o professor Padilha falou sobre as características da nova arquitetura da gestão pública que constitui o Município que Educa, como a aproximação entre Estado e sociedade civil, a valorização da formação humana, e a gestão social dos saberes da cidade, potencializando o caráter educativo das diferentes ações. "O município que educa, educa as pessoas a se educarem mutuamente". Ou seja, todos assumem sua co-responsabilidade na educação do município.

O evento foi noticiado em diversos veículos impressos e on-line, como o site Jus Brasil, o site da prefeitura de São Carlos e o jornal São Carlos Agora.

Clique aqui para ter acesso à palestra proferida por Paulo Roberto Padilha.

 

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