Aconteceu hoje o "I Encontro Intermunicipal do Programa Municipio que Educa", que reuniu quase 100 representantes do poder público e da sociedade civil que acreditam no potencial educativo dos municípios.
O evento marcou o lançamento do Programa, uma iniciativa do Instituto Paulo Freire e da Universitas Paulo Freire que tem como estratégia-chave a ampliação do potencial educativo das ações, das relações, dos espaços e dos tempos dos municípios.
Além da apresentação da apresentação do programa, feita por Moacir Gadotti e Paulo Roberto Padilha, a programação incluiu um relato de experiência feito pela coordenadora do Orçamento Participativo de Guarulhos, Kátia Lima, uma apresentação da Rede Social Município que Educa, por Priscila Ramalho, e um debate sobre a proposta com especialistas de diferentes áreas: Ladislau Dowbor, Maria Aparecida Perez, Reginaldo Ronconi, Maria José Favarão e Carlos Rodrigues Brandão.

O encontro foi encerrado com um coquetel de lançamento do livro Educação Integral no Brasil, de Moacir Gadotti.
Se você esteve presente, deixe abaixo seu comentário ou alguma questão que tenha surgido sobre o Programa.

Leia a reportagem sobre o encontro no Portal do Movimento Nossa São Paulo.





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Obrigada!
Agradecemos a presença de tod@s no primeiro encontro! Começamos assim a formar uma grande rede para construirmos municípios que educam e, como disse Brandão no final da sua fala, recriarmos o mundo em que vivemos!
Priscila
ADOREI
I Encontro
Agradecimento a todas e a todos
Um grande abraço intertranscultural (rs) a todos e a todas.
Padiha e toda a direção do Instituto Paulo Freire.
Como implantar o Programa Município que Educa no Município.
Recebi, neste dia 29/10, uma importante pergunta de uma companheira diretora educional, sobre como podemos implantar o Programa Município que Educa no município.Várias são as possibilidades. Eis alguma delas, conforme resposta que pude dar nesta data. Conto com a participação de mais pessoas e estamos à disposição para outras dúvidas, questões e depoimentos ok? Vejam também esta e outras notícias no meu blog, nesta mesma rede social. Grande abraço a todos e a todas. Padilha.. Cara Professora... Quero comprimentá-la por sua participação conosco, ontem, no I Encontro Intermunicipal do Programa Município que Educa. Pena que não tivemos a oportunidade de dialogarmos presencialmente mas, com certeza, com base na sua manifestação no seu pré-cadastro, podemos iniciar contatos mais próximos, com certeza. Quanto às "sugestões e dicas de como implantar o Programa Município que Educa", conforme suas palavras, existem várias possibilidades. Uma primeira forma será, certamente, a senhora se inscrever na rede social pelos endereços redesocial.unifreire.org/municipio-que-educa/ ou www.municipioqueeduca.org Cadastre-se na rede e comece, conosco, um diálogo permanente. Lá, vamos, reciprocamente, aprender e ensinar sobre este programa, discutir projetos, idéias, socializar experiências, mandar notícias... enfim, é um espaço de permanente contato, diálogo, debates... e muito dinâmico, criativo, horizontal e democrático. Além dessa possibilidade - em que diferentes pessoas e instituições do município podem também se cadastrar na rede social, começa a haver uma articulação permanente entre as próprias pessoas do município...em torno de idéias, de projetos, de iniciativas locais em andamento. E outras propostas podem surgem ou, até mesmo, constituir uma comunidade dentro da rede unifreire, para pensar especificamente o Município que Educa onde as pessoas vivem... De repente aos poucos pode-se criar um movimento ou algumas ações concretas interpessoais, intersetoriais, intersecretariais, envolvendo Estado e sociedade civil, conforme princípios do próprio programa. Como você vê, estamos, aqui, desde já, criando sinergias locais e, via rede social, estabelecendo contatos com outras municipalidades, nacionais e, muito em breve, também, internacionais. Uma outra possibilidade, talvez mais sistemática, poderá ser iniciar, no município, uma ação conjunta, via grupo de trabalho (GT), para pensar como organizar atividades do Município que Educa ali, na sua comunidade. Feito isso, de preferência formado por pessoas de diferentes segmentos sociais ou, mesmo, por pessoas com afinidades em torno dos princípios do programa, pode-se utilizar até mesmo as orientações do nosso documento síntese sobre o Programa e, então, iniciar estudos, atividades e articulações para viabilizar o programa no Município. Evidentemente, isso exigirá articulações, esforços, novas parcerias etc. É aí, por exemplo, que pode entrar o IPF, oferecendo ajuda, assessoria, participando de encontros no município ou, mesmo, contribuindo com vários municípios ao mesmo tempo, em pólos, para pensarmos projetos de intervenção mais duradouros (para) que, em determinada municipalidade ou num conjunto de municípios vizinhos, possamos iniciar, de forma articulada, uma ação conjunta para que este programa tenha um início de forma mais acompanhada e orientada. Estimamos, dependendo das experiências acumuladas pelos municípios, que num prazo inferior a um ano (por volta de 8 ou 9 meses), já será possível, com processos formativos continuados, combinados a intervenções locais, dar vida e concretude ao "Município que Educa"... até porque não estaremos inventando a roda mas, sim, articulando forças sociais, políticas, econômicas, culturais etc, com base em metodologias participativas, e fortalecendo a municipalidade considerando as experiências em andamento, sugerindo novos projetos e, principalmente, articulando projetos, programas e potencializando a dimensão educativa dos mesmos... trata-se, pois, de articularmos o atendimento das demandas sociais com processos formativos continuados, com base em projetos educativos, como discutimos no lançamento do Programa Município que Educa em 28/10/2009. Era isso o que eu queria lhe apresentar no momento. Continuemos nossos diálogos e, evidentemente, sigamos juntos aprofundandos as nossas teorias e práticas.
Só elogios
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