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Habitação_Popular_Experimentando_e_aprendendo.doc

December 21, 2009, by Nilton Ricoy Torres - No comments yet



Planejando pela ação Transformadora

December 18, 2009, by Nilton Ricoy Torres - One comment

Companheira Priscila. Descobri o texto abaixo no Blog coletivo do Município que Educa. Quero parabenizá-la por compartilhá-lo conosco. O texto do Miguel e Rosiska--"Rio como Vamos"--é precioso e provocou várias reflexões. Tomei então a liberdade de escolher algumas palavras e sublinhá-las e solicitar que em vez lê-las como estão no texto substituir pela palavra "planejamento ou planejadores". Um grande abraço. ....

Movimentos Sociais: educando pela ação transformadora

16 de Novembro de 2009, por priscila camargo ramalho - Sem comentários ainda

 

Li esta semana um texto escrito nos anos 1980 por Miguel e Rosiska Darcy de Oliveira. Rosiska é hoje presidente do Movimento Rio como Vamos, um bom exemplo de ação em busca de um município mais educador. Compartilho um pequeno trecho do texto aqui com vocês porque acho que traz uma reflexão interessante sobre o potencial educativo dos movimentos sociais:

"Os movimentos sociais, enquanto contexto onde o povo se educa na e pela ação transformadora da realidade, afirmam a possibilidade de uma outra educação. Uma outra educação que só se tornará viável em larga escala quando a experiência quotidiana de cada comunidade ou de cada grupo social - em seu trabalho, seu lazer, sua relação com o meio ambiente e com os outros - se transformar em fonte de desafio, de questionamento, de criatividade, de participação e, portanto, de conhecimento. Uma outra educação que não seja mais monopólio da instituição escolar e de seus professores, mas sim uma atividade permanente, assumida por todos os membros de cada comunidade e ligada a todas as dimensões da vida quiotidiana de seus membros.

Uma educação que não seja apenas uma aquisição individual de técnicas e de competências especializadas que cada um vende na idade adulta no mercado de trabalho, mas sim a formação de homens e mulheres autonômos e polivalentes, capazes de inserir em comunidades dinâmicas e conflituais e, por isso mesmo, democráticas, e, porque democráticas, em permanente mutação.

Uma educação que permita, vivendo e aprendendo, saber por que se vive e por que se aprende"

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Por uma outra educação! E por um outro planejamento de cidades e municípios! Por que não?



City & Community

December 17, 2009, by Nilton Ricoy Torres - No comments yet
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About City & Community

 

City & Community  
City & Community (C&C) aims to advance urban sociological theory, promote the highest quality empirical research on urban social life, and encourage sociological perspectives on urban policy. It welcomes contributions that employ quantitative and qualitative methods as well as comparative and historical approaches. The journal encourages papers exploring the interface of global and local issues, locally-embedded social interaction and community life, urban culture and the meaning of place, and sociological approaches to urban political economy. The journal also seeks articles on urban spatial arrangements, social impacts of local natural and built environments and technological change, urban inequalities, and other topics germane to urban life that will advance general sociological theory.

Edited by: Hilary Silver


1.º CIHEL – CONGRESSO INTERNACIONAL (DA) HABITAÇÃO NO ESPAÇO LUSÓFONO

December 17, 2009, by Nilton Ricoy Torres - No comments yet

Outubro 27, 2009

1.º CIHEL – CONGRESSO INTERNACIONAL (DA) HABITAÇÃO NO ESPAÇO LUSÓFONO

Desenho e realização de bairros para populações com baixos rendimentos

15 a 17 de Setembro de 2010, Lisboa, Centro de Congressos do ISCTE – IUL

o 1.º CIHEL será antecedido, no mesmo local, de 13 a 15 de Setembro, por um Workshop sobre o tema.

A ideia deste 1.º CIHEL é discutir, em português, aspectos ligados aos problemas habitacionais, tendo bem presente, por um lado, que as realidades e as problemáticas do espaço lusófono são muito diversificadas, mas que é possível e, julgamos, desejável, começar a falar sistematicamente, aproveitando sermos tantos os que falam em português, sobre os aspectos do nosso habitar que se caracterizem, até, por alguma identidade de ideias e objectivos; e desta forma surgiu a ideia de um 1.º CIHEL, agora centrado na escala do pequeno bairro e da vizinhança e nesta primeira edição numa relação mais aproximada às matérias da arquitectura residencial, embora com uma clara faceta tecnológica – o que não implicará que outros CIHEL tenham outros tipos de temáticas e facetas dominantes.

Com o CIHEL pretende-se alargar o debate sobre a Habitação, em sentido amplo, a outras realidades sociais fisicamente distantes mas afectivamente próximas, em que se destaca o mundo dos países lusófonos em geral e os de África em particular, incluindo-se uma reflexão sobre soluções muito económicas para situações especiais.

A abordagem através de um evento amplo sobre tais desafios recomenda realismo, humildade e sentido prático, mas também ambição. Estes desafios têm diversas vertentes disciplinares, científicas, sociais, políticas, económicas, mas entre elas avulta a da concretização do habitat, nomeadamente do habitat residencial, a do desenho e realização dos bairros para populações com baixos rendimentos. É sobre este tema central, que é, ou deve ser, concretizado através da arquitectura e do projecto urbano, envolvendo o desenho do espaço público, das habitações e dos equipamentos colectivos de proximidade, que se pretende desenvolver o 1º CIHEL.

Esta temática geral será, naturalmente, estruturada numa abordagem de quatro temas mais específicos: políticas e programas;  infraestruturas e equipamentos; soluções habitacionais e modos de vida;  materiais e tecnologias. Temas estes explicitados no “capítulo” deste site : Call for Papers.



Um abraço aos companheiros /as do Município que Educa....em 2010 serão outros os caminhos para peregrinar.

December 17, 2009, by Nilton Ricoy Torres - No comments yet

" Quem teve a ideia de cortar o tempo em fatias, a que se deu o nome

de ano, foi um indivíduo genial. Industrializou a esperança, fazendo-a

funcionar no limite da exaustão. Doze meses dão para qualquer ser

humano se cansar e entregar os pontos. Aí entra o milagre da renovação

e tudo começa outra vez, com outro número e outra vontade de

acreditar que daqui para diante, vai ser diferente. "

Carlos Drummond de Andrade