Se temos, no município, muitos problemas a serem realizados, a pergunta, em geral, é: por onde começar? É justamente por isso que falamos que é necessário realizar um projeto educativo para enfrentar os desafios a serem superados na municipalidade.
No artigo anterior, quando ofereci algumas dicas para implantar o Município que Educa (na verdade, "plantar", mais do que implementar ou implantar), deixei de dar um esclarecimento importante, que dou agora.
É possível iniciarmos a experiência do Município que Educa, numa municipalidade, escolhendo apenas um problema para ser resolvido, que nos permita uma ação conjunta para a sua solução. O importante aqui será definir a prioridade conjuntamente, integrar pessoas e instituições ligadas ao mesmo, mapear e aprofundar os estudos sobre a questão e, em seguida, definirmos um projeto educativo integrado, pensado coletivamente e que integre setores do Estado e da Sociedade Civil. Assim, podemos dar o pontapé inicial a este projeto, aprendendo com uma experiência mais localizada e, a partir dela, criando referencialidades. Depois disso, podemos ampliar a nossa ousadia, articulação... e, com esperança sem espera, enfrentarmos outros problemas utilizando as aprendizagens acumuladas naquela primeira experiência.
E para finalizar: o Município que Educa inclui a todos e a todas. Se você, cidadã e cidadão que vive no seu município, iniciar na sua localidade um movimento para estudar o conceito, as possíveis práticas e inaugurar um trabalho relacionado aos princípios e objetivos do Município que Educa, estará incluindo a sua cidade neste movimento que estamos começando a fortalecer... e, evidentemente, nesta rede social, vamos nos completando, aprendendo e ensinando com nossas experiências. Participem, entrem nas diferentes comunidades desta rede, vamos, juntos, ampliando as nossas relações pessoais, interpessoais e institucionais...Quanto mais nos articularmos, quanto mais envolver pessoas e instituições neste movimento do Município que Educa, mais o seu município estará envolvido neste processo de mudança e de fortalecimento local. E, para terminar, eu pergunto: que selo de "qualidade" poderia ser melhor que este tipo de participação e de envolvimento?
Abraços a todos/as.
Padilha.











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