IMAGENS DO LANÇAMENTO DO LIVRO PEDAGOGIA VIVENCIAL HUMANESCENTE

December 11, 2010, by Katia Brandão Cavalcanti - 3 comments

AUTORAS DA PEDAGOGIA VIVENCIAL HUMANESCENTE

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PEDAGOGIA VIVENCIAL HUMANESCENTE: O LIVRO

November 19, 2010, by Katia Brandão Cavalcanti - One comment

PEDAGOGIA VIVENCIAL HUMANESCENTE:

PARA SENTIPENSAR OS SETE SABERES NA EDUCAÇÃO

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Paulo Padilha encantando a BACOR

October 4, 2010, by Narla Sathler Musse de Oliveira - 6 comments

Tivemos a alegria de partilhar fisicamente a presença de Paulo Padilha em nossa cidade (Natal-RN) e em nossa base de pesquisa da Corporeidade - BACOR - ligada ao Programa de Pós-graduação em Educação da FRN.

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Padilha com o grupo de mestrandos e doutorandos da BACOR.

 

Ele nos brindou com 3 encontros formais: o primeiro para conhecer nossos trabalhos sob a orientação da professora mentora da corporeidade e da humanescencia, orientadora das doutorandas da base, prof. Dra. Katia Brandão e nosso amoroso e sensível orientador das mestrandas, prof. Dr. Edmilson Pires.

Ficamos maravilhados com a simplicidade acadêmica e com a luz de Padilha. Sentimos o fluxo energético de sua presença e a luz de sua alegria e competencia.

Foi uma manha muito linda, onde partilhamos a poesia, a alegria, as apresentações do grupo. Socializamos nossos trabalhos, nossas pesquisas e a festa de nossas pesquisas.

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Momento de socialização de nossos trabalhos com Padilha

Outro momento importante de Padilha em Natal foi a participação na defesa da dissertação de mestrado de nossa cantora-pesquisadora Artemisa de Andrade. Outro momento de grande inspiração e alegria. Depois da defesa, o Madrigal da UFRN nos brindou com uma apresentação belissima.

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Banca da dissertação: da esquerda para a direita: Padilha, Elke Beatriz da escola de Música, Edmilson Pires, Artemisa e Katia Brandão.

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Apresentação dançante da Madrigal da UFRN, após a defesa de Artemisa.

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Artemisa presenteando Padilha com a camiseta do novo show do Madrigal da UFRN.

 

E para finalizar a visita de Padilha, tivemos uma palestra interativa, dinâmica e agradável, com a participação de educadores, membros da BACOR e convidados. Padilha cantou, emocionou e se emocionou e em alguns momentos partilhou sua arte com nossa Dorinha Timóteo.

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Palestra de Padilha no auditório da UFRN

 

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E aqui um momento importante de partilha de conhecimentos. Octávio (de costas) é um intercambista argentino de 17 anos, cego, que aprecia a obra do mestre Paulo Freire e ficou muito feliz em ouvir e participar ativamente da palestra, pois a palestra de Padilha foi vivencial, assim como nossa Pedagogia Vivencial Humanescente, que nos faz vivenciar nossa corporeidade.

Obrigada Padilha por sua alegria, competência, humanescência e luz.



PEDAGOGIA VIVENCIAL HUMANESCENTE

September 13, 2010, by Katia Brandão Cavalcanti - No comments yet

PEDAGOGIA VIVENCIAL HUMANESCENTE:

PARA SENTIPENSAR OS SETE SABERES NA EDUCAÇÃO

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http://www.editoracrv.com.br/?f=produto_detalhes&pid=3091



TORNAR-SE HUMANESCENTE

August 13, 2010, by Katia Brandão Cavalcanti - 4 comments

A CORPOREIDADE É O CAMINHO!

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JOGO DE AREIA: PESQUISA, EDUCAÇÃO, TERAPIA

August 2, 2010, by Katia Brandão Cavalcanti - 2 comments

PRINCÍPIOS LUDOPOIÉTICOS APLICADOS AO JOGO DE AREIA

. Autotelia representacional

. Autoterritorialidade protegida

. Autoconectividade humanescente

. Autovalia sensorial

. Autofruição simbólica

. Autorregulação arquetípica

. Autotranscendência espiritual

 

JOGO DE AREIA NA PESQUISA

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JOGO DE AREIA NA EDUCAÇÃO

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JOGO DE AREIA NA TERAPIA

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GALÁXIA DA ÉTICA ESPORTIVA LUMINESCENTE

July 27, 2010, by Katia Brandão Cavalcanti - One comment

GALÁXIA DOS 9 SABERES VIRTUOSOS DE PIERRE COUBERTIN

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ODE AO ESPORTE – Pierre de Coubertin (1912)

I 

Oh! Esporte, prazer dos Deuses, essência da Vida, tu apareceste de súbito, no meio da clareira cinzenta, onde se agita o labor ingrato da existência moderna, como o mensageiro radioso das idades passadas, dessas idades em que a humanidade sorria. No cimo dos montes, um clarão de aurora desceu, e os raios de luz mancharam o solo das sombrias florestas. 

II 

Oh! Esporte, tu és a Beleza! És o arquiteto deste edifício que é o corpo, que pode tornar-se abjeto ou sublime, se degrada na vileza das paixões ou saudavelmente se cultiva no esforço. A Beleza é impossível sem equilíbrio e sem a proporção, e tu és o mestre incomparável de um e de outro, porque geras a harmonia, ritmas os movimentos, tornas a força graciosa e dás poder ao que é submisso.

III

Oh! Esporte, tu és a Justiça! A equidade perfeita, em vão perseguida pelos homens nas instituições sociais, estabelece-se por si própria, à tua volta. Ninguém poderia ultrapassar, de um centímetro que fosse, a altura que ele permite saltar, nem de um simples minuto o tempo que ele permite correr. São as suas forças físicas e morais combinadas que determinam o limite do seu sucesso. 

IV 

Oh! Esporte, tu és a Ousadia! Todo o sentido do esforço muscular se resume numa única palavra: ousar. Para que serviriam os músculos, que utilidade teria o sentir-se ágil e forte, o cultivar a força e a agilidade, se não fosse para ousar? Mas a ousadia que tu inspiras nada tem da temeridade que anima o aventureiro, que arrisca, ao simples acaso, tudo o que tem. Porque é uma ousadia prudente e refletida. 

V

Oh! Esporte, tu és a Honra! Os títulos que tu conferes não têm qualquer valor, se adquiridos por meio diferente da lealdade absoluta e do perfeito desinteresse. Aquele que, por artes inconfessáveis, consegue enganar os seus camaradas, acaba por sentir a vergonha, no mais íntimo de si próprio, e temer o epíteto infamante que ficará ligado ao seu nome, se descoberta a fraude que o beneficiou. 

VI

Oh! Esporte, tu és a Alegria! Ao teu chamamento, o corpo alegra-se, os olhos sorriem e o sangue circula, abundante e rápido, nas artérias. O horizonte dos pensamentos torna-se mais claro e límpido. Mesmo àqueles a quem a tristeza afeta, podes levar a salutar distração das suas penas, e aos felizes facultas a plenitude da alegria de viver.

VII 

Oh! Esporte, tu és a Fecundidade! Por vias diretas e nobres, encaminhas ao aperfeiçoamento da raça, destruindo os mórbidos germes e corrigindo as taras que a ameaçam, na sua pureza indispensável. Inspiras ao atleta o desejo de ver crescer, à tua volta, filhos bem vivos e robustos, que lhe hão-de suceder na arena, e ganhar, por sua vez, festejados louros.

VIII

Oh! Esporte, tu és o Progresso! Para bem te servir, é necessário que o homem se aperfeiçoe, no corpo e na alma. E tu impões-lhe o cumprimento duma higiene superior e o afastamento de todo o excesso. Ensinas-lhe as regras sensatas que hão-de lhe permitir no seu esforço o máximo de intensidade, sem comprometer o equilíbrio da saúde.

IX

Oh! Esporte, tu és a Paz! Estabeleces relações felizes entre os povos, aproximando-os no culto da força dominada, organizada e senhora de si própria. Contigo, a juventude universal aprende a respeitar-se, e assim a diversidade das qualidades nacionais torna-se a origem duma generosa e pacífica emulação.

ENCONTRO DE GALÁXIAS: EDGAR MORIN E PIERRE DE COUBERTIN

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GALÁXIA DA ÉTICA ESPORTIVA LUMINESCENTE

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Para cada saber virtuoso concebido por Pierre Coubertin na sua Ode ao Esporte, identificamos um processo autoecopoiético correspondente, capaz de impulsionar à experiencialidade humana para a construção desses saberes. Como um sistema epistemológico metaforizado, sua estrutura e movimento é semelhante à nossa galáxia e ao nosso conhecido sistema solar. Ao centro, está a grande estrela da "essência da vida", emanando energia luminescente para os demais corpos celestes que representam a "beleza", "justiça", "ousadia", "honra", "alegria", "fecundidade", "progresso", "paz". Em cada corpo radiante que representa uma dimensão da Ética Esportiva Luminescente existem 5 planetas transdisciplinares que giram em torno dessa estrela axiológica: Cognoscencialidade; Sistemicidade; Ecorreferencialidade; Indeterminalidade; Compreensibilidade. Cada planeta realiza movimentos de rotação em torno de seu próprio eixo e movimentos de translação em torno da grande estrela da vida luminescente como se fosse as fases da complexa metamorfose da borboleta. Os processos autoecopoiéticos identificados para para cada saber virtuoso são os seguintes: 1. Essência da Vida - autoecoluminescencialidade; 2. Beleza - autoecoesteticidade; 3. Justiça - autoecolegitimidade; 4. Ousadia - autoecoextraordinariedade; 5. Honra - autoecomoralidade; 6. Alegria - autoecofruição; 7. Fecundidade - autoecocivilizalidade; 8. Progresso - autoecotranscendência; 9. Paz - autoecossolidariedade.

 



GALÁXIA DOS SETE SABERES TRANSDISCIPLINARES PARA A EDUCAÇÃO

July 26, 2010, by Katia Brandão Cavalcanti - 5 comments

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COGNOSCÊNCIA

CONHECIMENTO PERTINENTE

CONDIÇÃO HUMANA

IDENTIDADE TERRENA

INCERTEZAS

COMPREENSÃO

ÉTICA

A Galáxia dos Sete Saberes Transdisciplinares para a Educação é uma metáfora que está sendo desenvolvida pela Base de Pesquisa Corporeidade e Educação – BACOR/UFRN com o objetivo de traduzir a religação desses saberes concebidos por Edgar Morin. Utilizando as ferramentas do pensamento ecossistêmico apresentadas por Cândida Moraes, delineamos um sistema epistemológico como o nosso sistema planetário que integra uma galáxia do tipo espiral.  Ao centro temos um sol representado pela “condição humana”. A sua volta, giram os demais saberes: “cognoscência”, “conhecimento pertinente”, “identidade terrena”, “incertezas”, “compreensão”, “ética”. Como corpos planetários, esses saberes giram em torno do seu próprio eixo e também realizam um movimento de translação em torno da estrela da “condição humana”. A este movimento elíptico de cada saber específico está associado um processo de metamorfose tal como as fases de desenvolvimento de uma borboleta.   Para cada saber específico, identificamos um processo autoecopoiético capaz de propiciar a construção e a vivência daquele saber. Assim, a nossa estrela central emana energia luminosa da autoeco-humanescencialidade para os demais corpos luminescentes que compõem o sistema epistemológico dos Sete Saberes Transdisciplinares para a Educação



CONFERÊNCIA INTERNACIONAL SOBRE OS SETE SABERES - UNESCO

July 18, 2010, by Katia Brandão Cavalcanti - No comments yet

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CORPORALIZANDO OS SABERES DA AUTONOMIA

April 28, 2010, by Katia Brandão Cavalcanti - 7 comments

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Quando Paulo Freire dedica um livro sobre a questão da formação docente aliada à reflexão sobre a prática educativo-progressiva em favor da autonomia do ser dos educandos está configurando a temática na perspectiva da “inconclusão do ser humano” e de sua inserção num “permanente movimento de procura”.

Que significa educar respeitando à autonomia e à dignidade de cada um? Consciência do inacabamento e reconhecimento da condicionalidade do ser são pressupostos fundamentais, entre outros.

Os saberes necessários para uma Pedagogia da Autonomia foram configurados em três grandes estruturas: 1. Não há docência sem discência; 2. Ensinar não é transferir conhecimento; 3. Ensinar é uma especificidade humana. Para cada estrutura temática, foram agrupados nove saberes respectivamente.

  1. Rigorosidade metódica
  2. Pesquisa
  3. Respeito aos saberes dos educandos
  4. Criticidade
  5. Estética e ética
  6. Corporificação das palavras pelo exemplo
  7. Risco, aceitação do novo
  8. Reflexão crítica sobre a prática
  9. Reconhecimento da identidade cultural
  10. Consciência do inacabamento
  11. Reconhecimento de ser condicionado
  12. Respeito à autonomia do ser do educando
  13. Bom senso
  14. Humildade, tolerância
  15. Apreensão da realidade
  16. Alegria e esperança
  17. Convicção de que a mudança é possível
  18. Curiosidade
  19. Segurança, competência, generosidade
  20. Comprometimento
  21. Intervenção no mundo
  22. Liberdade e autoridade
  23. Tomada consciente de decisões
  24. Saber escutar
  25. Reconhecer ideologias
  26. Disponibilidade para o diálogo
  27. Querer bem aos educandos

A proposta para corporalizar os saberes da autonomia já foi iniciada pelo grupo BACOR/UFRN que dedicou um Ateliê de Pesquisa durante o segundo semestre de 2009 a esta tarefa tão audaciosa e tão prazerosa. Agora pretendemos ampliar o diálogo com os integrantes da comunidade da Pedagogia Vivencial Humanescente e todos os participantes da Rede que tenham interesse nesse desafio. A ideia é que possamos apresentar abordagens vivenciais para cada saber especifícado. Algo que já foi experimentado e teve uma boa repercussão ou algo idealizado que ainda poderá ser colacado em prática. Assim, todos estão convidados a fazer os ensaios metodológicos que a sua criatividade lhe permitir.



ONDE ESTÁ A CORPOREIDADE NA OBRA DE PAULO FREIRE?

April 27, 2010, by Katia Brandão Cavalcanti - 11 comments

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ONDE ESTÁ A CORPOREIDADE NA OBRA DE PAULO FREIRE?

Este espaço é dedicado ao diálogo sobre a presença da corporeidade na obra de Paulo Freire. Estamos convidando todos os integrantes da Rede Unifreire para contribuir com a nossa pesquisa sobre a corporeidade na Pedagogia Freiriana.



PESQUISA SOBRE ORÇAMENTO DE TEMPO

April 23, 2010, by Katia Brandão Cavalcanti - 7 comments

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1º ENCONTRO VIVENCIAL HUMANESCENTE DE 2010

April 22, 2010, by Katia Brandão Cavalcanti - 6 comments

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VII COLÓQUIO INTERNACIONAL PAULO FREIRE

April 19, 2010, by Katia Brandão Cavalcanti - 4 comments

VII COLÓQUIO INTERNACIONAL PAULO FREIRE

Recife, 16 a 19 de setembro de 2010

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O Centro Paulo Freire – Estudos e Pesquisas é uma sociedade civil sem fins lucrativos, com finalidade educativa e cultural que se propõe a perenizar a memória de Paulo Freire, recriando as suas idéias. O Centro foi fundado em 29 de Maio de 1998, tendo sido seu estatuto oficializado em novembro desse mesmo ano.

O Centro funciona provisoriamente no Centro de Educação da Universidade Federal de Pernambuco. Vale enfatizar ter o Conselho Administrativo desta Universidade cedido terreno em seu campus para a construção da sede definitiva do Centro, estando o processo de construção em andamento.

Dentre as diversas ações realizadas pelo Centro, vem ocupando espaço relevante o Colóquio Internacional Paulo Freire, que já segue para sua VII versão.

O Iº Colóquio foi realizado em 1998. Sua avaliação positiva, assim como a das versões que o sucederam são indicadores da contribuição do Centro Paulo Freire à criação da prática de uma ação cultural para a liberdade, que se consubstancie em uma educação dialógica, base de uma democracia plena com maior compreensão entre os povos.

Considerando ser 2010 comemorativo dos 50 anos do Movimento de Cultura Popular do Recife, berço de revolucionárias idéias de Paulo Freire, que foi um dos expoentes desse movimento e ouvindo sugestões de seus associados, o Centro Paulo Freire elegeu como tema do VII Colóquio “Paulo Freire: contribuições para a educação e cultura popular”. Será realizado no campus da UFPE, no período de 16 a 19 de Setembro de 2010.

OBJETIVOS

• Aprofundar, à luz do tema em discussão, a contribuição de Paulo Freire para a construção de um mundo solidário, mola mestra do seu pensamento. 

• Socializar experiências sócio-educativo-culturais, referenciadas no pensamento freireano, vivenciadas em ambientes educativos, escolares e não escolares.

• Divulgar resultados de pesquisas e estudos, baseados nas idéias de Paulo Freire, que visem contribuir com a construção de um mundo solidário.

• Fomentar a divulgação, em nível nacional e internacional dos trabalhos e das investigações em educação e cultura, num horizonte freireano.

 

FORMAS DE INSCRIÇÃO DOS TRABALHOS: MESA REDONDA E/OU COMUNICAÇÃO ORAL

A participação em Mesa Redonda e Sessão de Comunicação Oral exige a apresentação de resumo estendido, que deverá estar vinculado a um dos eixos temáticos. Será submetido à aprovação da Comissão Científica do VII Colóquio. Cada autor(a) pode inscrever 1(um) trabalho individual e 1(um) em co-autoria, totalizando o máximo de 2(dois) trabalhos inscritos no Evento.

Os trabalhos em co-autoria terão no máximo 03 autores. A inclusão do trabalho no VII Colóquio exige a inscrição dos autores e autoras no Evento. A certificação de autoria dos trabalhos será entregue mediante comprovação da inscrição.

NORMAS EDITORIAIS:

• O idioma oficial do VII Colóquio é o português, todavia, serão admitidos trabalhos em  inglês, espanhol ou francês.

• Prazo para inscrição de trabalhos:

O RESUMO ESTENDIDO das propostas de trabalhos em Mesas Redondas e Comunicações Orais será recebido apenas via internet até o dia 15 de junho de 2010, anexados à Ficha de Inscrição do trabalho.

• Os trabalhos deverão ser digitados no Editor de Texto Word for Windows, 2003 ou 2007; fonte Time New Roman; tamanho 12; espaçamento 1,5 entre as linhas e deverá conter exclusivamente texto. Tudo conforme as orientações que seguem: 

Título do trabalho

Nomes dos autores: até 3 nomes. Nome por extenso, em caixa alta e baixa. Indicar titulações (professor da escola básica, graduando, mestre, doutor, etc.).

Nome do orientador se houver

Instituições dos autores e orientadores

Introdução: No mínimo 125 e no máximo 250 palavras. Descrever uma visão geral sobre o tema com definição dos objetivos do trabalho e relevância da pesquisa.

Metodologia ou Quadro Teórico: no mínimo 125 e no máximo 250 palavras. Em caso de pesquisa de natureza empírica, descrever como o trabalho foi realizado (procedimentos, estratégias; sujeitos participantes, documentos; equipamentos, ambientes; etc.). Em caso de pesquisa de natureza teórica, registrar os conceitos fundantes relacionados com o tema e objetivos do trabalho.

Resultados ou Desenvolvimento: no mínimo 150 e no máximo 300 palavras. Em caso de pesquisa de natureza empírica, apresentar a descrição e discussão dos resultados obtidos incluindo, se for o caso, a metodologia estatística empregada. Em caso de pesquisa de natureza teórica, desenvolver sucintamente os argumentos e reflexões pertinentes ao trabalho.

Conclusão: No mínimo 100 e no máximo 200 palavras. Descrever a conclusão dos autores com base nos resultados ou desenvolvimento, relacionando-os aos objetivos da pesquisa.

Bibliografia mínima.

Instituição de fomento/apoio: nome da instituição se for o caso.

Palavras-chave: três palavras, com o máximo de 60 caracteres.

E-mail dos autores(as)

Observações:

• O resumo estendido não deve conter: parágrafos com recuos, espaçamentos ou tabulações, tabelas, gráficos, imagens de qualquer gênero ou fotos (esses dados podem ser colocados no trabalho completo, se for o caso).

• Antes que o resumo estendido seja enviado, sugerimos que os autores(as) façam rigorosa revisão gramatical, ortográfica, de digitação, de conteúdo e dados da pesquisa ou estudo, dos campos do resumo (incluindo eixo temático escolhido, título, nomes dos autores e demais dados).

• Não será possível corrigir o resumo estendido após seu envio. Os dados serão publicados exatamente como enviados. A responsabilidade do conteúdo dos trabalhos é de cada autor(a).

• As propostas serão analisadas pela Comissão Científica do VII Colóquio e o resultado comunicado, via e-mail, ao autor/autora, até 30 de Junho de 2010.

Será, também, inserido no site do VII Colóquio a relação dos trabalhos aceitos.

• O texto completo, quando o resumo estendido for aceito, deverá ter entre oito(8) e doze(12) laudas e ser enviado para o endereço eletrônico coloquio@paulofreire.org.br   até o dia 30 de Julho de 2010.

http://www.paulofreire.org.br/coloquio/index.php

 

 



CONFERÊNCIA UNESCO SOBRE OS SETE SABERES

February 6, 2010, by Katia Brandão Cavalcanti - 3 comments

CONFERÊNCIA INTERNACIONAL SOBRE

OS SETE SABERES PARA A EDUCAÇÃO DO PRESENTE

Fortaleza/CE - 21 a 24 de setembro de 2010

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CÍRCULOS DE DIÁLOGOS - Cada um dos saberes dará origem a um Círculo de Diálogo, com duração prevista de 2 h e 30 minutos cada. Cada círculo de diálogo será coordenado por um especialista na área e contará também com dois debatedores de notório saber em relação a esta temática. Cada círculo deverá produzir um documento de recomendações a respeito do conteúdo temático trabalhado. Para tanto, almeja-se também que este evento inaugure um processo com novas possibilidades de participação, de reflexão, de intercâmbio de experiências, de formalização de projetos e desenvolvimento de pesquisas, ou seja, ações que impliquem compromissos de caráter político- institucional por parte de entidades nacionais e internacionais

http://www.uece.br/setesaberes/

PROJETOS EDUCACIONAIS

Os projetos educacionais serão na categoria Pôster, apresentando relatos de experiências educativas. Podem enviar projetos professores de todas as disciplinas e de todos os níveis de ensino de escolas públicas e particulares, bem como outras instituições onde se realizam atividades educacionais.Os trabalhos inscritos podem apresentar um projeto, um plano de aula ou uma sequência didática, desde que atendidos os itens abaixo Breve histórico da instituição onde foi desenvolvido o projeto, contexto em que está inserida e perfil da comunidade a. Objetivos gerais b. Objetivos específicos: definir objetivos conceituais (relacionados a conteúdos, conceitos que os alunos devem aprender); procedimentais (relacionados a procedimentos, habilidades e competências que os alunos devem aprender); e atitudinais (relacionados a mudança de atitude que os alunos devem incorporar) c. Conteúdos curriculares: delinear os principais conteúdos trabalhados no projeto d. Estratégias utilizadas: descreverr as estratégias utilizadas no desenvolvimento do projeto, os recursos que foram necessários e os produtos ou realizações dos alunos. e. Avaliação: relatar o que foi observado em relação à aprendizagem para cada um dos objetivos traçados e quais evidências lhe permitiram concluir sobre a aprendizagem. f. Projeto: destacar os pontos fortes g. Considerações sobre Os Sete Saberes e sua relação com o projeto apresentado.

VIVÊNCIAS PEDAGÓGICAS

Descrição dos processos e da intencionalidade da vivência: Apresentar relato das fases e etapas da vivência, dinâmicas empregadas, recursos utilizados, duração. Acrescentar apreciação critica, a partir das seguintes afirmativas: A vivência como lugar natural da aprendizagem: descrever e justificar ganhos de aprendizagem dos participantes, salientando aqueles pretendidos com a abordagem dos Saberes. A vivência como lugar natural do lúdico: descrever e justificar ganhos de convivência e de interação lúdica dos participantes, salientando aqueles pretendidos com a abordagem dos Saberes. A vivência como lugar natural do engajamento pela reforma do pensamento: descrever e justificar mudanças de atitudes dos participantes, traduzidas no seu modo de pensar, salientando aqueles pretendidos com a abordagem dos Saberes. A vivência como lugar natural da ética da solidariedade: descrever e justificar mudanças no comportamento ético dos participantes, salientando aquelespretendidos com a abordagem dos Saberes.

Inscrições de trabalhos até 7 de agosto/2010 pelo site do evento.

http://www.uece.br/setesaberes/

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SABOREANDO NOSSOS FRUTOS HUMANESCENTES

January 21, 2010, by Katia Brandão Cavalcanti - 9 comments

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MANDALA DOS FRUTOS DO ATELIÊ DA AUTONOMIA

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AUTOTÉLICO DA SILVA

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JARDINEIRO GENTILEZA



PONTO DE ENCONTRO DA CORPOREIDADE

December 22, 2009, by Katia Brandão Cavalcanti - 6 comments

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UM POUCO DO CURSO MUNICÍPIO QUE EDUCA

December 1, 2009, by Paulo Roberto Padilha - No comments yet

 

Companheiros/as que visitam o meu blog

Reproduzo, abaixo, texto que acabei de publicar no Fórum do nosso curso Município que Educa, iniciado há duas semanas. Espero que possam acompanhar este e outros textos que publicarei sobre este curso, neste blog, como forma de ampliar e socializar reflexões que estão nascendo desta experiência.

Companheiros/as participantes do curso Município que Educa (IPF)

Escrevo aqui algumas reflexões a partir das participações de Nilton, Meyri, Liliane, Paulo, Priscila e Janeide.

Fiquei muito satisfeito com as problematizações de Nilton e percebi, aos poucos, que o próprio grupo foi se manifestando e dando indicações de sua reflexão permanente.

Eu diria que já estamos no movimento de construção do municipio que educa quando participamos deste processo, pesquisamos mais a nossa realidade e, principalmente, quando nos damos conta de que já conhecíamos um pouco a cidade em que vivemos, mas que muito temos a conhecer e a contribuir, principalmente, para além dos nossos atuais conhecimentos, que não são pequenos, sobretudo, em relação às nossas áreas de atuação profissional, por exemplo.

Um dos maiores problemas de um país como o nosso, resultado de uma colonização exploratória, de mais de 400 anos de escravidão, dos históricos processos de paternalismo, de coronelismo e de corrupção... um dos mais evidentes problemas que encontramos pela frente é o da participação, em quase todos os lugares. Por isso é que aprendemos e sempre repetimos: participação se aprende e “participação é conquista”. Portanto, estamos nesse processo, aprendendo sempre, conquistanto-a pouco a pouco, nas nossas pequenas (e grandiosas) ações cotidianas.

Para que a participação seja exitosa precisamos nos sensibilizar para a mesma. Mobilizar pessoas e instituições, para além dos paradigmas clássicos do planejamento... Mexer com a afetividade, com as múltiplas dimensões da nossa humanidade. Daí a importância de trabalhos, por exemplo, de grupos como o coordenado por Kátia Brandão – Pedagogia Humanescente... ou da Rede Românticos Conspiradores, que também conheci na Rede Social Município que Educa (que vamos todos conhecer esta rede na próxima semana?), bem como o trabalho que procuramos realizar no Instituto Paulo Freire que, para transformar a realidade, partimos das relações intrapessoais e interpessoais, reconhecendo-as em suas múltiplas semelhanças e diferentes diferenças, o que é também uma forma de "Leitura do Mundo". Já tenho escrito sobre isso em meu blog:www.redesocial.unifreire.org/paulorobertopadilha (vejam, por exemplo, meu texto intitulado "Por uma Pedagogia Intertranscultural". Lembro que este é um ensaio acadêmico que escrevi para uma de minhas palestras. Ficarei super feliz se dialogarmos também lá.

A participação democrática, conforme entendemos, dá-se por diferentes vias, mas sempre mediados por processos educativos e formativos. E, no Município que Educa, não se tem uma “receita” ou uma pré-definição, como fazem, por exemplo, diferentes consórcios, movimentos ou associações municipalistas, que apenas trabalham a participação, ou os processos democráticos, participativos ou formativos, a partir ou do Estado, ou da sociedade civil, ou de algum governo em particular, ou restrito a algum público específico - por exemplo, lideranças político-partidárias, candidatos a cargos eletivos etc. Não que isso não seja pertinente. Apenas não é a nossa escolha.

Na perspectiva do Município que Educa, a base da sociedade deve se manifestar e contribuir na mobilização social para a participação, mas sempre que possível, conectada às iniciativas do Estado, que também é prescindível nesse processo. Aliás, representantes do próprio Estado podem, também, tomar a iniciativa, como acontece na experiência da Cidade Educadora, por exemplo, e daí, construir as articulações necessárias para que as comunidades participem. Mas, como acreditamos na força dos processos participativos construídos na base da sociedade, até para motivar, pressionar e fiscalizar o próprio Estado, defendemos esta necessária conexão entre Sociedade Civil e Estado, sem hierarquias, sem submissões, sem cooptações. Mas, evidentemente, respeitando os contextos, as experiências prévias e os conflitos surgidos dos diálogos críticos, muita vezes contraditórios e paradoxais.

Paulo Freire nos ensinou a evitar todo e qualquer tipo de sectarismos: de direita ou de esquerda, o que não significa trairmos, jamais, os nossos princípios e a busca de um mundo mais justo e mais feliz para todas as pessoas, contestando frontalmente a “malvadez neoliberal”, como ele costumava dizer, em mais um neologismo que ele gostava de citar.

É isso: quanto mais conseguirmos qualificar a participação social nos processos de transformação social e de emancipação humana – como estamos tentando fazer, também, na perspectiva do Município que Educa, mais precisaremos criar aproximações e sinergias na mobilização dos nossos saberes e conhecimentos das emoções, artes, ciências, técnicas, políticas e espiritualidades, de forma crítica, jamais preconceituosas, aprendendo a trabalhar com base no olhar e nas contribuições de outras pessoas, como estamos tentando fazer neste grupo.

Até logo mais no nosso chat das 18h. E meus sinceros parabéns pela ativa participação de todos/as: isso é que é um bom exemplo de participação!

Padilha

obs. Escrevam-me com suas contribuições a este texto.... para que possamos melhorar e ampliar estas reflexões, contribuindo, assim, para a melhor compreensão/ fundamentação do próprio Programa Município que Educa.

 

 

 



A LUDOPOIESE DOS 4 ELEMENTOS

November 5, 2009, by Katia Brandão Cavalcanti - 14 comments

CONSTRUINDO A NOSSA LUDOPOIESE COM OS 4 ELEMENTOS

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BRINCANDO COM FOGO

October 26, 2009, by Katia Brandão Cavalcanti - 12 comments

BRINCANDO COM FOGO

Fogo

  Eu sou a deusa do fogo
Do fogo que aguenta o frio
Que faz faísca no ar
Sou o fogo que incendeia
Que forma labaredas
Fogo no inverno a brilhar.

Sou o fogo dos amantes
Das noites frias cantantes.
Fogo da luz do luar
Eu sou o fogo que alumia
Que canta e faz poesia
Fogo que faz clarear

Sou o fogo vagalume
Que cala o som dos queixumes
Que fosforesce ao te tocar

Sou a brisa vespertina
Do sol que se descortina
No horizonte singular

Sou o fogo que tempera a comida
Que ajunta as vidas
Que canta nas noites de luar

Sou o fogo sedento
Que beija a língua ardente
Que brilha dançando com o ar.

Só não sou aquele fogo
Que destrói a natureza
Que corrói as belezas
E a mata faz chorar
Mãos malditas me utilizam
E transformam minha brisa
Na força do mal


Sou fogo, com ar ardente
Sou a mistura estridente
Da natureza a cantar.
Se quiser dance comigo
Meu calor é teu abrigo
Venha comigo queimar.

Dorinha Timóteo

 

NOSSA MANDALA DE FOGO!

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CENÁRIO I

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CENÁRIO II

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