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6 MOSTRA CINEMA E DIREITOS HUMANOS NA AMÉRICA DO SUL

November 2, 2011, by Artemisa de Andrade e Santos - No comments yet

6 MOSTRA CINEMA E DIREITOS HUMANOS NA AMÉRICA DO SUL



Escola Secundária Pedro Gomes - Cabo Verde

November 23, 2010, by Erick - No comments yet

Tutu Sousa e Heleno Barbosa

Pintura de Mural da Escola Secundária Pedro Gomes na Achada Stº António - Praia



A degradação do ambiente não conhece fronteiras. Com efeito, num mundo cada vez mais interdependente, as escolas desempenham um papel crucial para a protecção, sensibilização, formação e educação para o ambiente e na promoção do desenvolvimento sustentável. Na verdade, a escola é resultado do agir e de pensar de uma comunidade e pela sociedade em geral. Deste modo, é preciso que haja uma ética ecológica para que o homem dê à vida o seu real sentido. Assim, a responsabilidade da educação deve ser alertar e preparar o homem para que cumpra o seu papel na criação do mundo pela escola e pela sociedade.
Sendo a valorização do espaço, um dos factores com reconhecido valor para a motivação de qualquer trabalho educativo, torna-se indispensável investir na construção de um ambiente saudável a um processo ensino-aprendizagem em sintonia com as exigências da actualidade.
Assim, a escola tem também a missão de desenvolver a cooperação, promover a solidariedade social, fomentar hábitos de vida saudável, sensibilizar para problemas do ambiente e, não com menos importância, valorizar atitudes de respeito pela Natureza.
No âmbito do projecto " Proteger o Ambiente " financiado pelo programa ambiental intersectorial do Ministério da Educação e Ensino Superior, a direcção da escola secundária Pedro Gomes entregou aos artistas Tutu Sousa e Heleno Barbosa, a tarefa de pintar o muro exterior da escola. Os artistas integraram na sua equipe, Anildo Fernandes, António Guilhermino e António Diamantino, alunos da escola, representando assim a comunidade estudantil nos trabalhos.




Os murais da escola foram pintados com os seguintes temas:
- Fauna e Flora em vias de extinção, visando a sensibilização para a sua protecção;
- Paisagens das ilhas do arquipélago (montanhas, litoral, dunas, faina agrícola, etc.)
- Cultura cabo-verdiana, quer sejam instrumentos musicais, danças ou outros aspectos tradicionais;
- Actividades económicas, como artesanato, (tecelagem, olaria, etc.), panos d’obra;
- Temas universais, como réplica de quadros de pintores célebres;
- Abordagem da ecologia e a preservação do ambiente;
- Temas que têm a ver com a educação para valores, para a cidadania (tolerância, paz, a não violência, a igualdade de género, o civismo;) para a educação e sensibilização sobre a problemática do lixo, da gestão da água e da reciclagem de matérias-primas e resíduos sólidos.


Fica aqui registrado um exemplo a ser seguido no futuro por outras escolas, estimular os alunos, professores, funcionários e a comunidade em geral ao hábito de participação e ao despertar consciências para temas tão importantes como estes.



Textos cedidos pelo Director da ESPG, Adriano Andrade Moreno
Fotografias de António Gomes



Sistematização da pesquisa feita pelas crianças

November 22, 2010, by Henrique Reis - 3 comments

As crianças que participam do projeto PECP desenvolveram uma atividade para expor na FEC. Esta atividade tinha como tema Racismo e Preconceito e tinha a intenção de saber a opinião das pessoas do bairro e da escola entorno do deste tema que foi abordado e discutido nos encontros anteriores do PECP apoiado pelo texto de de Maria Aparecida S. Bento "Cidadania em branco e preto".

Sistematização das entrevista

Total de Pessoas entrevistadas: 25 Adultos: 17 Crianças: 08

1- O que você acha do racismo e preconceito? Você acha que acontece no Brasil?
As pessoas acham que o racismo é: muito ruim, maldade, falta de humanidade, uma pessoa se acha melhor que a outra, que tem que acabar.
2- Você já sofreu algum tipo de preconceito?
R:24 Pessoas disseram que exite preconceito no Brasil e apenas 1 achou que não.
R:14 pessoas disseram que sim: por serem negros e negras, estética ( baixinho, magrelo, dentuço, careca).
11 pessoas disseram que nuca sofreram nenhum tipo de preconceito.
3- Você reconhece alguma influência da cultura Africana, Indígena e Nordestina no seu cotidiano?
R: 16 pessoas responderam que reconhecem a influencia de diferentes culturas no seu cotidiano: 
na comida, danças, parlendas, folclore, música, vestimentas. 9 pessoas não percebem nenhuma influência de diferentes culturas no seu cotidiano.


200 novas moradias no Morro do Socó

November 12, 2010, by Erick - No comments yet
Data: 10/11/2010
Prefeitura de Osasco entrega mais 200 moradias e sede de parque com dia inteiro de serviços no Morro do Socó

Um dia inteiro de atividades, com serviços públicos, programação cultural e atividades de lazer, encerradas com um grande show gratuito do cantor Frank Aguiar, o “cãozinho dos teclados”.

Essa é a programação que a Prefeitura de Osasco preparou para a entrega de mais 200 moradias do projeto de urbanização do Morro do Socó, financiadas com recursos do PAC (Plano de Aceleração do Crescimento), do governo federal.

O evento acontece no dia 20 de novembro, primeiro com uma série de serviços gratuitos, das 9 às 18 horas, incluindo orientações sobre saúde, doação de mudas de árvores, apresentações musicais e outras atividades organizadas com a participação de todas as secretarias, autarquias, coordenadorias, departamentos e demais órgão da prefeitura. Já às 18 horas acontece a solenidade de entrega simbólica das chaves das novas moradias e ainda da sede do parque do antigo Clube de Campo, no Jardim Bonança.

As obras fazem parte do maior projeto habitacional da história de Osasco e que envolvem recursos de R$120 milhões do PAC, além de complementação da prefeitura, para urbanizações do Morro do Socó, Morro do Sabão, Portais e Vila Vicentina. Elas vão beneficiar, ao todo, cerca de 6 mil famílias com a conquista de moradia digna, incluindo não só imóveis de alvenaria no lugar de barracos de madeira, mas também redes de água, esgoto e energia elétrica, canalização de córregos, abertura de ruas e implantação de áreas verdes e de lazer, dentre outros benefícios.

No Morro do Socó, o projeto abrange ainda a implantação de um dos maiores parques ecológicos de Osasco, a área do antigo Clube de Campo, desapropriado pela prefeitura no Jardim Bonança. Neste sábado, acontece a entrega da sede da área verde, implantada a partir da restauração do antigo casarão que servia de administração para o local, e que agora conta ainda com espaços para atividades ambientais, além de um deck em madeira.

“Nosso objetivo, com essa série de eventos, é aproximar a administração municipal dos moradores dessa região. Além disso, queremos mostrar que nosso conceito de moradia digna vai muito além da construção de casas e apartamentos. Ele inclui o resgate da cidadania, com acesso a serviços públicos, cultura e lazer”, afirma o prefeito Emidio de Souza.

Departamento de Comunicação Social

Telefones: (11) 3652-9456 / 3652-9520

Diretora: Emilia Cordeiro

Jornalista: Erica Charkani Celestini

e-mail: imprensa@osasco.sp.gov.br


Encontro de Amigos de Brandão 2

October 26, 2010, by Erick - 2 comments

Campinas, 26 de novembro de 2010,

Gente amiga e querida de perto e de longe,

Gente que preparou o dia 22 de outubro;

Gente que tocou, cantou, dançou, falou ou foliou, e mais quem esteve presente de qualquer outra maneira,

Este é apenas um bilhete para dizer a vocês algo que valha como um... VALEU! Ou como um “muito obrigado!”

De todas as solenidades, homenagens, títulos e equivalentes, nenhuma aconteceu como a de nossa tarde e noite DE LUA CHEIA EM 22 DE OUTUBRO.

Até mesmo a Lua Cheia apareceu. E vejam que ela veio contrariando o dito popular: “Lua Cheia de Setembro trovejada, nove luas seguintes vêm molhadas”. Mas até choveu nas montanhas do Vale da Pedra Branca, na noite seguinte, ainda na “quadra da Cheia”.

Lembro de cara uma última cena. Já na hora de eu ir embora do Casarão, as Caixeiras da Guia e mais outras pessoas, entre caixas, palmas e violas, cantando e dançando em volta da fogueira acesa. No céu, uma enorme lua cheia de outubro.

Foi um evento feliz porque, como eu disse na minha fala (longa demais, eu sei), a nossa “homenagem” virou um “encontro e, como um encontro, foi algo vivido entre pessoas e, não, com pessoas através de instituições.

Valeu pela alegria, pelos depoimentos de pessoas tão queridas como Rachel (e mais Regina (Tia Rê), Jôse e Têca, maestrinas da orquestra do que houve e aconteceu) , Emília (a mestranda que agora me dá aulas de antropologia), Régis (“João-Francisco Régis de Moraes... destes antes havia poucos, e agora, fora ele, nem tem mais!”), Padilha (educador bio que ensina cantando com violão em punho) Severino Antônio (poeta de bias palavras e longos silêncios), Marcos Sorrentino (batalhador do verde e da vida) e outras tantas pessoas.

E tudo começando com o “Hino do Sul de Minas” e da ROSA DOS VENTOS, entre viola e violão de João Arruda e Fernando Guimarães (“A lua nasce no ventre de Minas/ entre colinas e quaresmais...”) E a viola que faz os anjos dos céus pararem de cantar para Deus ouvir só ela, de Ivan Vilela(“Ilivani Viola”, que me chama de “Capitão Barandão”). E mais o que houve de fala, canto e silêncio. E a felicidade de entrever uma vez mais diante de mim, gente que entre aulas e caminhos de arte e de pesquisa, atravessa minha vida desde a década dos anos sessenta. A começar por Maria Alice (julho de 1964).

E, quando ninguém esperava mais nada, aquela chegada da Folia de Santos Reis.

Vi gente à minha volta aos prantos. E vejam que até hoje eu só tinha visto gente chorar em chegada de Santos Reis, nas festas de roça do povo! Eu, antigo aprendiz de “macho carioca”, fazendo força e mordendo os lábios para não cair no choro, mas com os olhos cheios de água.

E depois o casarão. O carinho de quem decorou cada pedaço daquele lugar bendito. E a comilança. E os cantorios. E o vídeo de arte e sensibilidade dos vários momentos do “Carlos”, a começar pela foto de um momento da escalada de conquista do Paredão Baden Powell, no “Irmão Maior do Leblon” em 1960, creiam! Os toques de caixas das Caixeiras da Guias (não perder o novo CD delas). E mais aquele vídeo que a “turma de Minas” mandou de Belo Horizonte, com rostos queridos que vejo sempre aqui e ali, e rostos (Iizinho, Giza e outras gentes) que eu não via desde há tantos anos. E, não esquecer, o carinho com que Dete preparou a harmonia floral do ambiente, com flores em arranjos de que ela é mestra, e pequenos vasos de ikebana pra quem quiser levar pra casa.

Terei esquecido alguém ou algo?

Assim sendo, pra quem veio e quem não veio, pra quem estava lá e pra quem (como Sueli Terezinha) mandou de longe mensagem coletiva de carinho e arte, pra quem ouviu e sentiu, pra quem cantou e falou, tocou e dançou, floriu e cozinhou, pra quem organizou e quem curtiu, pra quem trouxe a Folia de Reis, pra quem é dela e encheu um solene salão de UNICAMP de música do povo e bênçãos de Santos Reis, e pra quem naquela hora se tocou como eu, como nós... que fiquem aqui três despedidas de gratidão: as bênçãos do saber do povo, uma frase e Manoel de Barros, e uma lembrança de Adélia Prado,

SANTOS REIS AQUI CHEGOU

TOCANDO E CANTANDO HINO,

QUE O SENHOR E SUA FAMÍLIA

TENHA AS BENÇÃOS DO DIVINO!

Cantorio tradicional de Companhias de Santos Reis

O MELHOR DE MIM SÃO OS OUTROS

Manuel de Barros

EU SEMPRE SONHO QUE UMA COISA GERA.

NUNCA NADA ESTÁ MORTO.

O QUE NÃO PARECE VIVO, ADUBA.

O QUE PARECE ESTÁTICO, ESPERA.

Adélia Prado

Estivemos junt@s!

Estamos junt@s!

Estejamos junt@s!”

Carlos Brandão