predestinado ou não, o nome chita veio a mim lá do atlântico norte, de trás-os-montes. do animal terrestre mais rápido do planeta (o guepardo), passando pela macaca do tarzan, pano, bala e, mais recentemente, sementes de chitinha (uma florzinha de cor rosa), já ouvi de tudo. e, assim, desde pequena aprendi a me safar das gozações. isso porque nem mesmo de thaís eu escapei: além de ouvir infinitas vezes a "Taí, eu fiz tudo pra você gostar de mim ... Oh, meu bem, não faz assim comigo, não", composta por baden powell e imortalizada na voz de carmem miranda, é também nome de um pequenino camarão, presa fácil para as baleias (!), segundo uma bióloga que conheci.

minhas autodefesas bem-humoradas, já na adolescência, foram definindo características de meu comportamento que me aproximaram de pessoas especiais, de grupos e de movimentos dos quais elas participavam. com elas aprendi e aprendo o sentido de construção colaborativa, do respeito ao tempo do(a) outro(a) e ao meio ambiente, da importância de ouvir, da amorosidade, entre tantos outros "caminhos". o que vivi de mais importante até agora foi (e é) a inquietude com o mundo, porque ela transforma.

chitara, "chimegi", "chitake", chitita, chitarina, chitanga, chitolina, chituca, chitosa, chitanda, chitantas ... todos eles ouvidos e sentidos com muito carinho.

vamos abotoando nossos saberes por aqui.

abraços, thaís oliveira chita